quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

I do believe!

Acreditar é algo que faz parte daquilo que me compõe.
Aqueles que acreditam, sempre tem forças para lutar por suas aspirações.
Acreditar nos dá uma energia sobrenatural. Nos move, nos impulsiona a arriscar, nunca desistir e continuar tentando.
Acreditar é parte da vida dos sonhadores. E é exatamente porque eles sonham que eles acreditam.
E eu acredito.
Eu creio que se eu quiser, eu consigo.
Eu acredito que sempre terei forças pra lutar e nunca desistir.
Eu acredito na vida, aposto nela e muito mais em mim.
Eu acredito nos meus sonhos e faço o que posso para que eles se tornem reais.
E de todas as coisas que digo que deixei de acreditar, na verdade eu continuo acreditando.
Porque não pode haver descrença onde a fé nunca existiu.
E eu acredito!
E grito ao mundo todos os dias as minhas verdades.
Algumas insanas, outras sem nexo e outras ainda que despertam a crença de outras pessoas.
Foi assim que sempre alcancei aquilo que me despertava o desejo de posse.
E não vai ser agora que vou deixar de acreditar.
I do believe!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Malas prontas, é hora de partir!

Olhei pela ultima vez o quarto que por 18 anos me acolheu.
Bons momentos passei ali. Muitas lágrimas a escuridão dele abrigou.
O choro sufocado por horas a fio que somente suas paredes conheceram.
A janela que dá para a rua, o cabideiro com algumas peças que optei por deixar, a coleção de anjos no rack desfalcada - sem o primeiro "Rafael", a cama arrumada, no guarda roupa coisas que um dia voltarei para buscar, o computador sendo desligado pela ultima vez. 
A coleção de livros que tirei do armário, no dia anterior quando todos estavam no trabalho, agora organizada da melhor maneira possível na mala maior.
Roupas? Não levarei todas, mas o necessário para me manter por uma semana ou duas.
A caixa de recordações está na mala, não poderia de forma alguma deixá-la para trás. Nela levo fotos e lembranças de todos que me são queridos, a última adicionada foi a foto de meu querido pai.
É muito difícil deixá-lo, sei que ele não vai entender, mas devo fazer o que é preciso.
Deixei uma carta sobre a mesa. Ele a verá assim que chegar em casa. Chorará eu sei, assim como eu também estarei chorando quando minha mente retratar a imagem.
Ela não está em casa, só retornará de sua viagem na segunda-feira. Não imagino como possa reagir. Talvez retorne no domingo, assim que papai entrar em contato com ela.
Não deixo pistas de meu destino.
Vou com o coração na mão, mas tenho pressa.
Saio do quarto, deixo as malas na porta.
Olho agora o quintal. O sol está se pondo. Quantas brincadeiras ficaram ali. Agora não resta muito das arvores que outrora ali jaziam. Só o pé de goiaba, o de manga e o de mamão. A casa dos fundos está vazia, os inquilinos ainda não chegaram do trabalho.
Confiro os cadeados. Fecho a porta da cozinha.
Levarei a chave de casa. Não quero romper o laço que temos de uma só vez.
Tudo pronto. O táxi acaba de chegar.
É véspera de feriado, minha saída não parecerá uma fuga.
Digo adeus aos cômodos que sempre me protegeram.
Fecho a porta e o portão.
São 18h.
Entro no táxi e por sua janela vejo a cidade passar.
Meu bairro querido, as casas de meus amigos, o terminal, a estação de trem, a rodoviária, a universidade.
Chegamos por fim ao aeroporto. Um frio e um medo me consomem. Não posso desistir.
Queria que ele estivesse aqui comigo. Meu amigo que sempre me amparou nas horas difíceis. Não pude ao menos lhe dizer adeus. Se o fizesse ele tentaria me persuadir a não partir.
Tantas pessoas por perto e tudo o que eu sinto é solidão.
Cheguei praticamente na hora do embarque. Não queria ter tempo para pensar em desistir.
Faço o check-in e me dirijo ao salão de embarque. Agora não tem mais volta, em meia hora partirei.
Um novo estado, uma nova cidade, uma nova vida.
Isolada do mundo que conheço, mas aprendendo a caminhar com minhas próprias pernas e evitando dores de cabeça àquela que sempre me culpou por todos os seus tormentos.
Olho pela vidraça. Muitos aviões ali se preparam para partir e muitos chegam.
Vejo reencontro de famílias e despedidas.
Queria que tudo pudesse ser diferente e eles estivessem aqui para me dizer adeus.
Queria poder abraçá-los e dizer o quanto os amo e o quanto são importante para mim.
Me lembro de meu "filho". Meu bebê amado. Perderei parte de seu crescimento agora. Mais do que já perdi nesses 6 anos. Quando o verei novamente? Provavelmente já será um homem. 
Espero que ele não me esqueça. O amo com todo o meu coração. Ele não saiu de minhas entranhas, mas é como se pertencesse a mim de alguma forma.
Meu coração aperta. Não verei mais o meu mais novo salvador. Aquele com quem compartilho os melhores momentos do meu dia e as madrugadas.
Espero que ele possa me perdoar por isso. Perdoar-me por ter mentido. 
Ele não me deixaria ir.
A chamada de embarque começa. De passagem em mãos entro na fila.
Passagem conferida, sigo para o avião. Em 15 minutos levantaremos vôo.
Procuro meu acento. Janela, com toda certeza. Me ajeito e ponho o cinto.
Os passageiros seguem com o embarque. 10 minutos mais tarde, as portas se fecham.
Tudo pronto, vamos partir. O comandante nos dá as boas-vindas.
O avião é puxado para trás. Nos encaminhamos para a pista.
Sinto o famoso frio na barriga. Estamos subindo. 
Olho pela janela, o céu coroado de estrelas.
Faço um pedido a Lua:
- Que todos possam me perdoar por isso e que tudo dê certo.
Fecho os olhos. Serão algumas horas de viagem até meu destino.
Um sono tranqüilo se apossa de mim. Mesmo com o coração em pedaços, a coragem não me deixa desanimar.
Agora só me resta lutar e acreditar.


Continua em: 
Minha nova vida

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Palavras de um Passado Meu

É do conhecimento de todos vocês que, assim como as estrelas, as árvores e as flores, eu também amo as PALAVRAS.
Gosto de escrever e me fascina registrar tudo que acontece em minha vida, seja quando estou feliz ou quando não estou bem.
Os registros tem uma função muito importante em minha personalidade. Mostram-me quem sou e a imagem que tenho de mim como pessoa.
Gosto de guardá-los para lê-los no futuro, seja ele próximo ou distante. Tudo que escrevo, depois de certo tempo, me inspira a continuar ou até mesmo revela-me o quanto mudei ou o que ainda há para mudar.
E foi olhando muitos destes meus "escritos" que percebi:
- Durante 4 anos me escondi sob uma máscara, algo que impedia que eu fosse a Juliana que todos conhecem, a Ju, aquela que sorri pelo simples fato de estar viva, aquela que é amante da natureza e é inspirada por ela em todos os seus feitos.
Mesmo odiando as mariposas, nesse ponto tenho que comparar-me a elas.
Mariposas nascem larvas e precisam ficar no casulo antes de se tornarem terríveis "Bruxas".
A máscara que eu usava era meu casulo.
Eu precisava crescer, amadurecer, e ao mesmo tempo, encontrar-me de novo no meio de todo o caos que vivia. Precisava encontrar a Juliana verdadeira, que se perdeu dois anos antes dessa fase de maturação.
Foi uma fase difícil, tinha poucos com quem contar e na verdade, por ser reservista demais, não queria envolvê-los diretamente nos meus problemas. Aquilo era algo que eu precisava vencer sozinha. Tinha que descobrir meus próprios meios de lidar com aquela situação que me afligia e fazia com que eu perdesse toda minha essência.
A primeira mudança, é claro, começou no visual. 
Deixei de lado o meu lindo cabelo comprido e adotei um estilo diferente (criado por mim mesma). Mudei também minha postura, eu não podia demonstrar minha fragilidade em relação ao objeto de toda minha tormenta. Falava abertamente sobre o assunto, sempre tendo em mente que "o que ficou para trás, agora faz parte do passado" e você Juliana é uma nova pessoa.
Como todos que querem se livrar de um amor mal resolvido, eu me dediquei ao trabalho e ao estudo, e me permiti ser feliz desse modo, vivendo para trabalhar e estudar. Não que eu não me apaixonei por alguém nesse tempo, até porque sou um ser apaixonado, então paixão é parte de mim. Contudo, eu me permiti curtir a minha solidão sozinha. Não queria me envolver pois não confiava nos homens e muito menos em mim mesma, eu não queria me iludir uma vez mais.
Mas como acabei de dizer, eu sou um ser de paixões, e elas me perseguem onde quer que eu vá.
E nesses 4 anos, eu me apaixonei demais.
É claro que minha dedicação maior sempre foi dele. Mas meu coração não deixava de sentir algo pelos outros.
Ele era minha obsessão, minha doença. Aquilo que eu nunca quis que houvesse uma cura.
Mas os outros eram como a natureza a minha volta, e eu os admirava com a mesma intensidade que dedicava à natureza.
Eles eram o que me movia, o que me dava vida em meio ao sofrimento.
Muitos deles nunca chegaram a saber que eu os amava (sim aquilo de certa forma era amor, verdadeiro e sincero, só não era o mais forte de todos) e creio que se soubessem não faria tanta diferença. Todavia os que souberam, escolhiam entre aceitar minha devoção ou não.
Alguns se tornaram amigos, outros se afastaram, outros ainda passaram um tempo ao meu lado, cuidando de mim e me mimando.
Assim eu ganhava forças, mas a noite era a vilã de todos os meus filmes de ação.
Eu me tornei uma pessoa forte, porém, como optei por viver a minha dor sozinha, era à noite que a máscara era deixada de lado e eu me permitia sofrer, chorar minhas mágoas, viver a sentença a qual eu mesma me condenei.
E as palavras sempre me acompanhavam nesses momentos de fraqueza. Me ajudavam a colocar para fora o sentimento guardado, que somente eu conhecia.
E foi olhando essas palavras que percebi:
- Finalmente deixei o casulo. A Juliana está de volta.
Consigo reconhecer a mim mesma quando olho no espelho. O sorriso que todos podem ver agora é o meu, a alegria de estar vivo é a minha, o jeito moleca de ser é o meu.
Demorou muito tempo, eu sei, mas eu estou de volta. Aquela que todos sempre amaram e que muitos nunca chegaram a conhecer.
E quem me conheceu depois de Abril de 2006 diz que eu estou mudando. A estes eu sempre digo:
- Não estou mudando, apenas volto a ser o que já fui um dia. A boa e velha Juliana. Aquela que é engraçada, faz piada de tudo e todos adoram.
Não que eu não os tenha alertado. Me recordo de sempre dizer as amigas da faculdade:
- Vocês deviam ter conhecido a Juliana, essa que está com vocês não sou eu. Mas fico feliz que gostem dela e a aceitem como ela é. Espero que possam conhecer a verdadeira Juliana algum dia.
E finalmente esse dia chegou. Tá, tem alguns meses já, que o dia chegou.
Como sou boa com as datas, posso dizer que a volta se deu em Junho de 2010.
Foi o mês no qual eu me permiti chorar por ele pela ultima vez. Mas não era um choro de dor ou sofrimento. Era a felicidade voltando a minha vida. Era a libertação, a cura para uma doença que a muito estava comigo.
E hoje, 11 de Janeiro de 2011, registro aqui mais uma página de minha história. Página que compartilho com vocês, pessoas queridas. Eu voltei. Eu sobrevivi à tempestade. Demorou, mas eu agora sou Juliana outra vez.
E me alegra saber que vocês, pessoas maravilhosas do meu dia (adoro chamá-los assim) gostam de mim como eu sou, e o melhor, é que vocês dizem que preferem esta "nova Juliana" a antiga.
Agora vocês sabem que, na verdade, preferem à antiga Juliana a "nova".
Peço perdão por ter me escondido de vocês por tanto tempo, peço perdão por parecer falsa e fechada muitas vezes, por parecer não confiar em vocês ou parecer estranha e complicada demais.
Eu estava amadurecendo. E agora voltei para ficar como sempre fui.
A boa e velha Juliana. Aquela que se pudesse mudaria o mundo. Teria a própria floresta e uma casa de campo gigante para receber todos os amigos de uma só vez, perto de uma lagoa e com um pasto (sem vacas), mas com um carvalho no meio para que pudesse sentar e escrever os mais belos versos, ou apenas desabafar, ou mais ainda, registrar aquilo que se passa em sua vida.
Alguém que se inspira nas estrelas e as ama com todo coração.
Alguém que é feliz apenas pelo fato de ter uma imaginação que a permite viajar.
Que tem seu próprio "Mundo Azul" onde tudo pode e está sempre a salvo.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Amores São Coisas da Vida

Me pergunto:
- Por que amamos?
Não sei quem foi o infeliz que inventou o amor, mas penso que seu propósito não ficou muito claro.
Amamos porque é parte do que nos constitui nos dedicarmos ao outro. Cuidá-lo, respeitá-lo, admirá-lo, suprir suas necessidades.
Amamos porque fomos amados primeiro. Deus nos amou e nos deu um lar, o ventre de nossas geradoras. E nos amando ainda mais, Deus nos deu uma mãe, que cuida de nós e nos ama.
E creio que de Deus também veio o amor entre o homem e a mulher.
Então volto a me questionar:
- Por que amamos?
Amamos porque vemos no outro aquilo que nos completa, porque encontramos nele a fonte para a felicidade.
Amamos porque mesmo sendo imperfeitos, fazemos dos defeitos coisas para se admirar.
Se tudo se encaixa como na mais perfeita engrenagem, tento responder a mais uma questão:
- Se tudo é tão complexo e mesmo assim se encaixa e funciona tão bem, por que deixamos de amar?
E por resposta, percebi que:
- Amores são coisas da vida, algo que não se pode controlar, e menos ainda, manipular.
Não se fabrica o amor e não se pode comprá-lo.
Ele tem vida própria, é e deixa de ser quando bem entende.
Deixamos de amar porque o encanto se quebra, encontra outro Apolo ao qual se inspirar e depositar sua devoção.
Deixamos de amar porque o amor não tem amarras, abandonou sua âncora há tempos e é um navio que não se cansa de navegar, por isso não se fixa em um único porto.
E me arriscaria a dizer por último que:
- Deixamos de amar porque o amor é sem razão e não há como explicá-lo, moldá-lo... apenas senti-lo.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Amor Meu

O sol de minha vida é o teu sorriso.
O brilho dos teus olhos são as estrelas do meu céu.
As palavras de tua boca são a música que embala meus sonhos.
O toque de teus lábios nos meus me faz sentir o sabor do mais doce mel, o verdadeiro néctar dos deuses.
O teu olhar me fascina, o teu jeito me cativa.
Em tua presença me falta o ar.
Ainda não o tenho só para mim, mas se perdesse tua amizade, morreria.
Em meu coração e em minha mente estão gravados teu nome.
Em meus mais lindos sonhos, vives por mim, junto a mim.
Queria poder ensinar-te a me querer um pouco mais.
E a sentir comigo o amor que nos envolve.
E me abraçaria e pediria-me um beijo.
E ia querer-me como te quero.
Pois nada é tão forte como o modo que eu te quero.
Por isso não entenda-me, só ama-me como eu te amo.




Escrito em: 31/10/2005

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Ataques de Pânico



Existem apenas duas coisas no mundo das quais eu realmente tenho medo.
Primeiro a morte e segundo as mariposas.
A morte seria a única coisa que me impediria de realizar meus sonhos e projetos, encurtando minha existência e privando as pessoas que me são caras de minha presença.
Já as mariposas, conceituadas por mim como "Bruxas Insolentes" e conhecidas por muitos como "Mensageiras da Morte", me foram apresentadas por volta dos sete, oito anos de idade, num encontro nada agradável e desde então são o objeto de todo o meu pânico e terror.
Não encontrando razão para a existência de tal coisa, eu vivo me perguntando qual é a função delas se não me atormentar. E onde quer que eu esteja elas aparecem para espalhar o terror em minha volta.
São enormes e parecem estar sempre com mil olhos atentos para me enxergar e me amedrontar.
Sim, elas me causam náuseas, arrepios, terror. A única vontade que tenho é de correr e chorar e, de fato - muitas das vezes em que nos encontramos - é isso que acontece.
E mesmo com todo o mal que elas me causam, eu nunca peço que lhe tirem a vida. Dou a elas a oportunidade de prolongar sua existência e transmitir sua perversidade a próxima geração.
E tolos são aqueles que pensam que elas não sentem o cheiro do pânico a seu redor. É exatamente ele, que as trazem até nós, pobres amedrontados.
Quem foi o infeliz que as inventou estava afogado em uma maré de azar e em seu egoísmo e sofrimento, ele presenteou a todos nós, portadores da síndrome de motefobia, ataques de pânico que não nos deixam até que elas, "mensageiras da morte", venham nos trazer o anúncio sinistro.


Escrito em: 06/12/2010

sábado, 4 de dezembro de 2010

É Você Quem Me Faz Bem!

Concentração é algo que não existe mais.
Mesmo longe, estás sempre comigo, em meus pensamentos.
O som de tua voz acalma meu coração.
E quando não posso ouvi-la, reviro todas as memórias para lembrá-la em sussurros.
Os seus gostos agora são os meus.
E sua música favorita é aquela que não sai da minha cabeça.
Me sinto feliz quando te tenho por perto, você sempre me faz sorrir.
E quando não te vejo, só pensar em ti estou com aquele sorriso bobo no rosto.
E um ar apaixonado é como uma aura em minha volta.
Que feitiço é esse que você tem ainda não descobri.
Apenas sei que quero nele me embriagar todos os dias.
Se isso um dia vira paixão ainda não sei.
Mas no momento é o que me deixa contente em meio ao caos que me cerca.
E tudo em você me encanta: a tua voz, o teu perfume, teu jeito de se expressar.
E o que é mais belo aos meus olhos é tua timidez.
Por isso adoro te deixar sem graça.
Pois tua carinha de menino nunca disfarça o quão envergonhado ficou.
Contigo o tempo passa e não se vê.
E infelizmente ele sempre nos separa.
Semeia a saudade no meu coração e me deixa no vazio.
Mas então logo te encontro outra vez e faço de cada minuto um milênio
Para ao teu lado sorrir uma vez mais.
Pois é você quem me faz bem!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

It's Only You!

Sometimes I get lost
Feeling like I have nowhere to go.
Sometimes I miss you
And a minute later I wanna kill you!
Why can’t you understand?
It’s not my fault at all.
I just want you to know
That I can’t live without your smile.
You’re the air I’m breathing in
Don’t go away from me
‘Cause I need you!
If I ask you to be mine
What would you say?
Everything I think about is you.
I’m wondering if you could say yes
And let me be your girl
Making you the happiest man in the world!
Be mine. I’m begging you to say
That you’re gonna give me a chance
To show you who I am.
Don’t be afraid of anything
Just let things happen.

[17h00 – 28/05/2009 - BC/UFES]

Postagem relacionadas:
Why can't you say yes?
It's Only You! II

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Percepção da Vida

A vida é pintada sobre o seguinte tripé:

Família → Ame-os incondicionalmente, com seus defeitos e qualidades.
[Eles estarão sempre lá por/para você]

Amigos → Cative-os mas não os deixe enjaulados, eles precisam respirar a brisa que traz boas energias e precisam de um tempo longe de você.

Amor → Paraíso ou Inferno é um elemento essencial ao ser humano.
[Lembre-se: Amor deve ser algo espontâneo, que acontecem na vida das pessoas livremente. Não se pode impor o Amor]

domingo, 7 de novembro de 2010

O Mundo Azul de Jully II

A realidade é sempre muito cruel com aqueles que sonham demais.
Não aceita que os sonhadores precisam da ilusão para abastecer suas energias.
Sabemos que muitos de nossos pensamentos não serão realizados, mas mesmo assim não deixamos de levá-los conosco para o mundo perfeito.
Se tudo fosse do jeito com o qual sonhamos seria muito chato e sem vida, nos cansaríamos com extrema rapidez.
Mas mesmo que este mundo não possa existir é para lá que corremos quando nos sentimos ameaçados.
Não pensem que somos seres do "mundo da lua", que não temos consciência do que se passa a nossa volta.
O que acontece é que precisamos de um tempo só nosso para criar nossas próprias hipóteses, testá-las, aprová-las e aplicá-las ou não ao mundo real conforme análises de seus resultados. 
O Mundo Azul de Jully é assim, um lugar imaginário, cheio de imperfeições, mas que me permite fazer experiências que podem ou não dar certo na realidade, mas pelo menos já me deram a oportunidade de pensar nas conseqüências, sejam elas boas ou não.
Como já disse anteriormente, sempre que precisar é lá que eu estarei, quando nada der certo ou se tudo correr bem é lá que darei continuidade ao que se passa na realidade, seja para me ajudar a recuperar-me ou para estender a felicidade que se abriga em minha vida.
Não trocaria por nada a oportunidade de fazer esta mágica viagem para o meu mundinho azul, que pode até não ser perfeito, contudo o comando está sempre em minhas mãos.




Precedido por:
O Mundo Azul de Jully

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

I Wasn't Born To Be Happy

Oh how I miss the old times
When everything was a piece of cake.
How I miss the time where everything I said was understood the way it was suppose to be.
But I can't come back there, so I gotta face the reality I'm in now.
My dreams always warned me
I wasn't born to be happy.
Definitely.
What shall I do to change this fate the world gave me?
What shall I say to get things all right again?
Someone please tell me because I don't know myself anymore.
I look in the mirror and I can't see the person everybody says I am.
I hurt people so much and I'm sometimes not even aware of it.
I wish I could do things differently but this is the person I know I am.
I know that is not easy to be with a person like me,
I give everyone a hard time, but as soon as you get used to, it is not that strange anymore.
If you are one of those, that I've hurt before, I just have to ask you to forgive me
because from the bottom of my heart it wasn't my true intention.
Anyways, sorry to make you all have to read this, but it was the only way I've found to express myself in this stupid madness I'm going through.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Donzela a espera

Oh Meu Amor Amado, onde andas?
Te amo tanto, sinto sua falta.
Volte logo, meu coração espera seu regresso.
Ele vive suspirando seu nome, revivendo seus beijos, revirando as memórias das sensações de seu toque.
Não demores mais meu cavaleiro, sua donzela espera na sacada, recitando seu poema predileto:
Te amo, te amo, te amo, diz seus versos.
Volte sem demoras, ele roga.
Beije-me com lascívia, ele suplica.
Ame-me como o primeiro, ele ordena.
E não me abandone nunca mais, ele pede de joelhos.
E eu, como sua humilde dama, apenas espero.

sábado, 2 de outubro de 2010

Avantasia no Brasil

Uma imagem sempre diz mais que as palavras.


Tobias Sammet, o gênio do Metal Opera, traz ao Brasil mais uma vez seu grandioso projeto: Avantasia.
Sammet, Kiske, Hansen, Lande & Cia, aterrizam no Brasil, depois de muitas especulações e adiamentos, no dia 13 de Dezembro, para agraciar aos fãs de sua boa música com a turnê 2010 que lança o repaginado Avantasia com os álbuns The Wicked Symphony e Angel of Babylon.

sábado, 25 de setembro de 2010

A Knight has died

Never-ending ways, oh how I claim
Lead me to Heaven.
I've been giving my soul for the name of the King.
I've served with every drop of my unholy blood.
Wastelands, path that I'd never walk again.
Lead me to Paradise.
I've been living for the sake of the oath that I've made the day I was chosen.
Everytime I close my eyes I can see the King saying, like if it were just now:
" Be without fear
in the face of your enemies.
Be brave and upright
that God may love thee.
Speak the truth always
even if it leads to your death.
Safeguard the helpless and do no wrong.
That's your oath.
By the power I received from God
I knight you in the name of Saint George,
Saint James and Saint Peter"
I've been longing for the sword to kill all the pain that is with me now.
I've been longing to see the face of my beloved ones again.
Oh never-ending ways, I don't want you to go on forever.
I've been claiming for the light so long.
Lead me to Eden.
Let the pain go away.
I've seen the river and it's not so far.
But it seems that I have got no strength to get there.
Lead me to Hades if there's no place else for you to take me
I cannot stand this battle anymore.
The sword is so heavy and so it is my body.
I must say that I gave my life for the sake of my Kingdom, 
but the time has come and I must die.
I just beg you to tell the ones I've always loved that:
"The sword fights with the Knight and the Knight with the sword must die"



sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O Mundo Azul de Jully

É fácil demais julgar de fora, apontar defeitos ou valorizar qualidades.
O que se passa na cabeça de alguém nem sempre é tão fácil de compreender.
Ser uma pessoa apaixonada nos dias atuais não é nada fácil e quando falo de paixão, não digo somente do que acontece entre um homem e uma mulher, mas sim de viver a vida de maneira apaixonada.
É claro que eu tenho os pés no chão, mesmo que o meu jeito bobo, meloso, iludido de ser não demonstre isso.
Para muitos, eu fantasio demais e não coloco em prática a realidade que existe em minha mente.
Muitas vezes até argumento que viver no "Mundo Azul de Jully" é tão mais fácil e seguro, que lá eu não preciso me preocupar com os medos, com a dor, com as decepções. Contudo, essa segurança não traz para mim aquilo que eu realmente quero, exatamente por não fazer parte da realidade.
É difícil entender, eu tenho plena consciência disso, que o "estar apaixonado" para mim é o que basta; e que a confusão de sentimentos e emoções em minha mente e consequentemente em meu coração é o que torna tudo mais prazeroso e emocionante.
É claro que sempre, a minha maneira, tento colocar toda essa ilusão e confusão em prática, mas novamente como é de conhecimento de todos, os resultados de minhas estratégias nem sempre são o esperado e a famosa frase: "Eu tento, mas o mundo parece conspirar contra mim", toma posse de meus lábios e minha mente e a primeira reação que tenho é a de comprar minha passagem de volta para o "mundo dos sonhos" onde tudo é belo e possível.
Não é fácil ser tão crítico, perfeccionista, exigente (não somente com os outros, mas oitenta vezes mais comigo mesma), insegura, cheia de medos e principalmente reservista, do tipo que tem gênio forte e não é lá muito flexível quando o assunto é operar as coisas a maneira dos outros. Eu bem que tento fazer com que todos entendam que eu não preciso mais do que a ilusão para ser feliz, mas infelizmente, como é de se esperar, e muito normal; as pessoas não veem o mundo a minha maneira e isso acaba fazendo que elas não compreendam a mensagem que eu sempre tentei passar.
Eu consigo me apaixonar por muitas coisas ao mesmo tempo e dar uma atenção especial a cada uma delas. No caso das pessoas, me apaixono sim, por mais de uma ao mesmo tempo (o que traz ilusões e sonhos novos pro mundo de Jully), mas é essa a graça, a beleza de ser como sou.
E cada detalhe, o menor de todos, aquele que ninguém vai enxergar é o que vai fazer a diferença pra mim, e a obsessão por descobrir cada um deles é que vai fazer com que pensem que eu surtei, principalmente pelo fato de que minha memória não esquece de nada. Mas isso sinceramente só me deixa para baixo quando a perseguição as minhas viagens para o mundo seguro se tornam o objeto de críticas a mim, quando as conclusões dos outros geram uma pessoa que na verdade não existe. Essa incompreensão sempre me deixa revoltada, acabo passando uma imagem de sonhadora quando na verdade tenho plena consciência do que é sonho e o que é real, mesmo que o meu jeito de expressão diga exatamente o oposto. Eu sei que vivo as coisas antecipadamente e que muitas vezes o que eu já estou vivendo por conta própria nunca existiu e possivelmente não venha a se tornar real, mas o que fazer se sou extremamente possessiva e quando tomo algo para mim, esse objeto de posse vira obsessão.
Nunca pedi para ser entendida, apenas não gosto de que tentem fazer com que eu seja algo que não condiz com o que eu cresci sendo. Isso é "arcaísmo" de minha parte? Talvez. Mas se é o que me faz identificar a mim mesma em comparação com os outros, tenham certeza de que é assim que vai continuar.
Se o "Mundo de Azul de Jully" for o único lugar onde eu possa ser feliz plenamente, mesmo que ele nunca seja real, tenham certeza de que não abrirei mão de habitá-lo à permanecer onde as "bruxas" podem me encontrar.




Continua em:
O Mundo Azul de Jully II

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Why can't you say yes?

I can't deny that I'm in love with you.
My heart starts to tremble everytime you're around.
You've got that look in the eyes that makes me feel I'm in heaven!
I know I've been lying to everyone about my feelings but it's not easy to confess that you're the only one.
I blame myself everytime I realize I lost my focus because I was thinking of you, but this is stronger than you can imagine and I can't control myself when it comes to you.
Why can't you understand that we belong together?
I don't know what happened to you in the past but I've imagined so many times a wonderful future by your side.
Why can't you say yes?
I don't think it's impossible for you to give ourselves a chance.
I always thought we'd never know if we'd never try.
So why to deny yourself this opportunity?
You may be wasting a good amount of your time not letting yourself to be happy, delightfully happy.
I wish I didn't care about you so much but it is something that even the Forces of Nature can't explain.
I hope that someday you can understand and that we can find our ways together and build a happy ending to our story.
But while this doesn't happen I am still going to be here watching you from the same place I always am.


[08/09/2010]


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It's Only You!
It's Only You! II

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Ódio ou amor?

O que existe neste seu olhar indecifravel?
O que se esconde neste seu sorriso marrento?
Ódio? Amor? Ilusão?
Isso ainda não sei dizer.
Me pergunto sempre:
- Porque será que o amor
que você prometeu a todas elas
não durou para sempre?
Só existe uma conclusão a tirar:
- O seu coração não pertence a elas!
- O seu amor tem outra dona!
Você negará até a morte o contrário.
Mas quando a noite chega,
seus sonhos sempre revelam
a verdade por trás das máscaras.
Fugir é tão mais fácil que adimitir.
Todo esse ódio, essa guerra silenciosa,
não passa de um disfarce
para todo o amor que habita seu coração.




OBS: Ódio ou amor? (Versão II) adaptado para o blog. (07/09/2010)

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Agora só me resta acreditar!

Quanto mais eu quero me afastar de você
mais perto de mim você está.
É algo que já fugiu do meu controle,
que não posso justificar ou tentar impedir.
A figura de tua face está sempre em minha mente,
impedindo que eu te esqueça.
Meu coração?
Se eu ainda tivesse um,
faria com que você sentisse o quão forte ele bate
apenas na menção do teu nome.
O tempo que passou desde aquele adeus,
me diz que o reencontro está próximo.
E todas as minhas orações
para que a dor acabe e fique somente a saudade dos momentos bons,
ainda não foram atendidas.
O que restou de mim,
a parte que me faz acreditar todos os dias
que tudo foi superado e que a vida seguiu seu curso,
que eu sobrevivi,
morre a cada noite em que você aparece em meus sonhos.
O que fazer afinal?
Por mais que eu pense a única conclusão a que chego é que:
Agora só me resta acreditar!
Crer que o mundo vai conspirar a nosso favor
e que nossos caminhos vão se cruzar novamente.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Confissão

O tempo não foi capaz de levar
a tua lembrança de minha mente.
meu coração ainda bate forte,
cada vez que penso em teu sorriso.
Tudo que vivemos não foi esquecido,
está guardado em minhas mais doces memórias.
Te amo,
não há como negar.
Mas por onde foram andar os teus caminhos
que não ousaram cruzar os meus novamente?
Para onde se escondeu o brilho dos teus olhos?
Daria um sorriso por vê-los novamente.
E minha própria vida pelo doce de teus lábios.
Te quero como o bandoleiro quer água no deserto.
Te desejo como os piratas ao tesouro.
Meu coração é teu, não tenha dúvidas,
e jamais pertencerá a outro.
E ele espera e anseia por você.
Por mais que possa demorar mil anos.
Te amo!

sábado, 21 de agosto de 2010

Deus tá colocando FERMENTO no mingau dos FRANGUINHOS!

Já reparou como os meninos na faixa etária de 14 a 18 anos estão "homens" mais cedo?
Corpos malhados, ombros largos, pernas e abdómen bem torneados?
Eles têm carinha de bebê e corpo de homem.
Eles nos confundem, nos hipnotizam, encantam e nos causam problemas com a justiça.
Malditos Franguinhos, eu sempre digo.
Deus tá colocando fermento no mingau deles.
Essa é a única conclusão que chego quando olho para essas tentações ambulantes.
E eles estão em todos os lugares, com seus sorrisos inocentes, encantando-nos com suas carinhas de bebes que precisam de atenção e cuidado.
14, 15, 16, 17, 18 e até 19 anos, com barba, sem ela, cabelos no peito ou não, eles estão cada dia mais irresistíveis e nós, caindo na "lábia" deles.
Digo e repito sempre:
"Qualquer dia ainda monto uma creche".
Mas até lá, estou tentando me manter longe de encrenca.
Contudo, eu admito:
"Os Franguinhos são os mais belos".

sábado, 14 de agosto de 2010

Quem foi o infeliz que inventou o AMOR?

Há dias meu coração bate acelerado quando você está por perto.
Minha respiração se faz dificultada, minhas mãos suam.
Quando teu olhar encontra o meu, uma corrente elétrica se descarrega em meu corpo.
Meus sonhos me deixam confusa, não sei se estou acordada ou não.
Pensamentos, devaneios, delírios: em tudo você está presente.
Um fantasma, uma sombra, uma miragem com a qual minha imaginação se deleita.
Vivo procurando uma razão para toda esta confusão que tomou conta de minha mente, mas quanto mais eu a procuro, mais ela foge do meu alcance.
O que vi em você eu não encontrei em mais ninguém, e o mais impressionante é que és tão diferente dos que geralmente me agradam.
Essa minha vontade de você muito me assusta.
Me pergunto todas as manhãs quando isso vai passar, mas no fim do dia, quando vou dormir, eu só peço que tudo seja igual no dia seguinte.
Quanto mais você me machuca, mais quero que essa dor esteja comigo.
Quanto mais você se distancia, mais perto de você eu procuro estar.
Quem foi o infeliz que inventou o AMOR?
Esse sentimento que nos faz tristes e felizes como se o céu e o inferno fossem a combinação perfeita para formar o paraíso.
Sentimento que enlouquece, nos deixa doentes, embriagados pela esperança.
Sentimento que torna a confusão algo obvio e simples.
Nos faz viver e não raciocinar, nos impulsiona a voar ao invés de nos manter fixos ao chão.
Porque haveria de existir tal sentimento
Se quando não é compartilhado por duas pessoas só causa dor?
Maldito aquele que o criou. Estava bebado, não tinha consciência, tão pouco bom senso.
Mas se não há como desfazer esse erro, sejamos nós punidos com a praga chamada AMOR, enquanto ansiamos por um pouco de paz para nossos corações que amam sem medidas.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O Despertar



Abri meus olhos e pude ver, ao contrário do que esperava - tendo em vista que agora eu habitava o Buraco Negro - a luz. Foi difícil me acostumar a ela e, por dois segundos de descuido, pensei estar sonhando.
Pisquei algumas vezes tentando encontrar provas de que o que eu via era REAL.
Quando abri meus olhos outra vez, eu pude ver, cintilante e obviamente lumisosa - para não ser redundante, mas assim sendo por não haver palavra que possa descrevê-la de outra maneira - a luz.
Levou mais alguns segundos até que a claridade não me fizesse sentir dor, mesmo assim sem deixar de ser luminosa.
Eu tinha finalmente despertado, e ainda não sabia o que me esperava. Mas uma coisa eu podia prometer.
Deixaria toda a dor para trás e abraçaria todas as oportunidades que a vida nova que acordou junto a mim me oferecesse.
No fundo eu sabia que a dor de alguma forma nunca me deixaria por completo. Não enquanto eu não tivesse certeza de que "Romeu estaria de volta aos braços de Julieta".
Mas pelo brilho daquela luz eu prometeria que me arriscaria a tentar.
Se não por mim, eu faria por todos que importavam.
E o principal. Eu faria porque sabia que o impossível pode acontecer.
Então eu precisaria estar preparada para quando "Romeu acordasse de seu sono", assim como hoje essa luz me despertou e me puxou de volta para o mundo, trazendo com ela um sorriso e mesmo que ele não fosse cem por cento sincero - era um novo começo - colocando-o em meus lábios.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

A Volta de Romeu

E o que Julieta deve fazer quando seu amado Romeu retorna da morte para seus braços?
O que haveria de ser feito em relação à Páris quando Romeu estava de volta? De volta à vida. De volta ao lugar de onde ele nunca saiu. Seu coração.
Como Julieta poderia explicar a Páris que nada mudara, mesmo quando ela parecia fazer parecer que sim. Quando ela parecia finalmente aceitar a sua atenção exagerada e racionalmente normal.
Oh! O que farei? – pensou a pobre Julieta.
Eu tenho tudo que poderia querer na vida. O meu Romeu, lindo e vivo. Como eu tanto esperei.
Mas e quanto a Páris? Eu não poderei mais compartilhar de sua presença vital a mim agora que Romeu voltou.
Como vou sobreviver sem ele?
É como tirar areia do mar.
Mas Romeu é tão importante e significativo em minha vida.
E nada seria igual sem ele de novo.
Mas ao mesmo tempo não posso exigir que exista um mundo onde Páris e Romeu possam existir simultaneamente.
Não sei o que fazer!
Acho que apenas posso me contentar com a felicidade de ter Romeu ao meu lado e me conformar com a tristeza que vai me assombrar sem a presença constante de Páris.






Precedido por:
Buraco Negro


Finalizada em:
O Despertar

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Buraco Negro

Eu preciso ir!
Não me peça pra ficar um dia a mais, pois não posso.
A voz de minha consciência já perdeu a razão há tempos.
Mas o coro incessante continua a falar em minha mente.
O buraco negro chamou por mim outra vez.
Ele está ansioso e impaciente.
Diz que não pode mais esperar por mim.
Eu já tomei minha decisão.
Vou aceitar a mão que ele estende a mim.
Sua voz é tão suave, tão sincera.
Me iludiu por completo.
E ele chama por mim com seu tom doce e aveludado.
Ele confessou me amar!
Eu não posso mais resistir.
É certo!
Vou ficar com ele.
Vou deixar que ele me leve para a escuridão.
Não me importarei com os riscos,
só quero que o buraco negro me esconda das vozes em minha mente
e me faça feliz,
mesmo que seja de seu jeito torto e escuro.
Não me importo de privar-me da Luz.
Eu irei com ele onde quer que ele possa me levar.




Continua em:
A Volta de Romeu

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Lágrimas




Eu prometi não chorar.
Eu prometi não me desesperar.
Mas não deu
Eu tentei segurar, tentei encontrar outra saída.
Não dá! 
Sem você eu não consigo!
Eu preciso de você aqui, do meu lado.
Estou deixando elas rolarem
Quentes e grossas pelo meu rosto.
Lágrimas de um sentimento guardado em meu peito,
Lágrimas que pertencem a você
Por isso querem sair e correr para teus braços.
Lágrimas de um coração ferido
Sem alma, sem alegria.
Um coração destroçado
Magoado demais
Sem vontade de seguir batendo.
Lágrimas
Mil lágrimas que caem somente por ti.
Lágrimas de um amor sincero,verdadeiro, que nunca morreu.
Lágrimas que choro sem medo.
Pois no fim das contas
Foi tudo o que restou.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Welcome to The Enchanted Land of Dreams

Here it's the place where your dreams will come true
In this place there is no limit for your imagination
You just have to close your eyes and let the Forces of Nature guide you
The air in this land smells like flowers and there is always a chorus of birds singing your favorite song
There is no limit for your imagination in this place
You just need to let it flow
Come with me my Dear Friend
Take my hand and be my passenger
I want you to be happy and live forever
Do not fear this journey I will be always by your side
Let the Tree Of Knowledge tell you the secrets in your heart
Ask her everything that you may wish to know
Let this wonderful air go through your nose
Do not fear this journey Dear Friend
Welcome to The Enchanted Land of Dreams
Where your imagination does not have limit
Close your eyes
Breathe deeply and slow
Let it flow, do not let this opportunity go
Just close your eyes and say the enchanted words
"Take me to heaven enchanted land, make my dreams come true"
Use your mind, do not deny yourself this chance
Fairies and butterflies are dancing on your honour
Do not fear this journey my Dear Friend
Close your eyes and let it flow
Welcome to The Enchanted Land of Dreams
Where there is no limit for your imagination
You can colour the world the colour you may wish to
Your every single wish will be done
Do not fear the Light Dear Friend
Take my hand and come with me.