Cansei de tentar chamar sua atenção, de te procurar, de ser carinhosa e gentil, de tentar fazer você gostar de mim ao menos um pouquinho.
Cansei de ficar imaginando o que se passa na sua cabeça, tentando adivinhar o que você realmente sente por mim.
Cansei de pensar em nós, de querer que desse certo, de relevar o que pra mim não estava bom e aceitar os seus defeitos.
Cansei de ficar confusa, debatendo com meu inconsciente se eu gosto mesmo de você ou não.
Cansei de esperar que você fosse sincero e ao menos me dissesse que pra você não dava mais, que a sua vontade de estar comigo havia acabado.
Cansei de esperar por atitudes que você nunca tomará.
Cansei de me desgastar e fazer "tempestade em copo d'água" a cada sumiço seu.
Cansei até de mim, porque parece que algo em minha personalidade, no jeito que faço e lido com as coisas não te agrada.
Cansei de você nos meus sonhos, nos meus planos, e até mesmo no meu sofrimento, no meu estresse, na minha raiva.
Tudo agora é uma eterna inércia.
Eu não queria que fosse assim, mas nada desperta em mim a vontade de ficar, de fazer você enxergar que tudo o que eu sempre quis foi o seu bem, a sua felicidade, e é claro, poder partilhar desses momentos contigo.
Não tenho mais forças pra insistir nisso.
Estou saindo da sua vida sem ao menos o direito de dizer adeus.
Não vale a pena ter um fator a mais pra aumentar o cansaço que tenho.
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quinta-feira, 7 de março de 2013
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Broken
Tudo o que me resta são lágrimas e dor.
Meus sonhos estão todos perdidos e amor definitivamente nunca foi para mim.
Me deixei levar, subi o penhasco e me lancei ao mar apenas pelo prazer se sentir a adrenalina em minhas veias. Agora que todos os meus ossos estão quebrados eu vejo o quão ingenua eu fui ao correr esse risco.
Eu deveria ter mantido os pés no chão, mas uma vez que se pega o gosto por voar, você acaba perdendo o controle, e isso vira um vício.
É amargo o gosto da dor. Mas tenha certeza de que eu não vou cair desta vez.
Já sobrevivi a coisas piores e mesmo que esteja doendo agora, uma hora isso vai passar.
O que mais dói é saber que EU te amo.
Será que tudo o que me disse não passava de um engano? Ainda não sei dizer, mas pode ter certeza de que a verdade ainda vai aparecer.
E eu sei exatamente como será esse dia.
Você vai querer gritar e a voz não vai sair. Vai doer tanto que você vai pensar que está morrendo.
Eu estarei lá para ver o seu fim, eu vou te estender a mão só pelo prazer de te empurrar de volta para a lama.
Você vai desejar que eu tivesse morrido de desgosto e que nunca mais tivesse que encarar os meus olhos.
O seu coração vai queimar como o meu está queimando agora.
E quando eu estiver mais uma vez no topo, eu vou te ver lá embaixo e te agradecer por ter me ajudado a subir.
Você vai aprender que não se deve brincar com pessoas que não tem coração. Pessoas frias como eu, quando decidem não se importar mais é para sempre.
Agora quem está pedindo pra morrer sou eu, afinal a morte não deve ser pior que esse estado vegetativo no qual eu me encontro.
Mas eu vou voltar ao normal e quando isso acontecer, você vai ter desejado que eu nunca tivesse cruzado o seu caminho.
Você fez a sua escolha e agora eu estou fazendo a minha.
E mesmo que eu não consiga sorrir agora, você ainda vai ver na minha face o sorriso mais lindo que já existiu. E a sua mente vai fazer com que você perceba que não é mais você a razão pela qual eu estou sorrindo.
E quem vai parar no fundo do poço vai ser você.
Eu tenho forças para continuar! E você, será que vai conseguir?
Eu espero que sim.
Porque não é fácil estar "completely broken".
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
I Won't Let This Build Up Inside of Me!
I know it is hate!
There is no other name for that.
It is so strong, that I can feel it in my blood.
It is the other half of me.
The part I refuse to be.
There is not a way to change it. But, even though I say I want to change, that's what makes me feel better.
I wish I could control it, but hate is a child that cannot be in prison. It is a bird that flies all over the world, going on and on, following the call of the spirit.
I know it is poisoning.
It eats me by the inside and tries to control myself.
It is so cruel that I have no strength to fight it.
I wish I could destroy it and set my soul free. But, even though I try, my power is not enough.
I know it is painful.
It kills me everyday.
It is beautiful and confuses my mind. And even though I claim for an Angel to save me, Heaven only sends me my own Demons.
But here, I tell you something:
- I won't let this build up inside of me!
My vermilion.
My passion.
My temptation.
My otherside.
sábado, 12 de março de 2011
Conflitos Internos
Pequena introdução:
Este texto foi escrito em 19/09/2004. Fala sobre alguns de meus questionamentos e inconformidades a cerca da religião. Assunto delicado e difícil de tratar.
Tenho fascínio pela Idade Média e meu assunto chave é Inquisição. Como sabem não sou historiadora, mas faço pesquisas sobre o assunto e posso dizer que tenho um conhecimento simplório sobre a temática, contudo este conhecimento (e sede de pesquisar e aprofundar-me no assunto) faz com que eu tenha certa segurança de falar sobre o assunto.
Acredito em Deus, não duvidem disso. Todavia, existem questões a cerca do Cristianismo e principalmente o Catolicismo que me deixam extremamente intrigada.
Não vou discutir todas as minhas inquietações agora, mas falarei sobre algumas delas no momento.
Além da Inquisição, a vida de Cristo e os mistérios em torno do Graal são assuntos que muito me interessam.
Então creio que este texto é um pontapé inicial. O momento em que estas inquietações pulsavam dentro de mim e me impulsionaram a ir em busca de mais informação.
É um texto muito simples, então não esperem muito dele. Como disse, foi escrito na época em que a paixão pela História aflorou de forma impactante.
O título original do texto é: Uma Revelação de Rebeldia (Revolta)
Obs: Por se tratar de um texto escrito 7 anos atrás, adianto que sofreu pequenas modificações e adaptações.
Há alguns meses atrás, comecei a me sentir diferente.
Não conseguia mais aceitar o que estava acontecendo a minha volta.
Comecei a enxergar as coisas de maneira diferente, não podia mais acreditar no que ouvia desde o momento em que nasci.
Minha vida tomou um novo rumo, eu me rebelei.
Sei que muitas pessoas não me entenderão, mas finalmente eu consegui compreender o que todos nós estamos fazendo aqui na Terra.
Nós somos o próprio Reino de Deus.
E é por este motivo que se inicia dentro de mim esta revolta.
Como posso acreditar em uma Igreja que se diz a casa de Deus, se esta mesma Igreja é ostentada de luxo e riqueza?
Como acreditaria em uma Igreja que ensina o perdão, se esta mesma Igreja foi capaz de matar milhões de pessoas por acreditar que estas seriam hereges?
Como acreditar que Jesus Cristo, "o filho de Deus", foi santo, se a própria Igreja que o denomina como tal escondeu 20 anos de sua vida? O que teria acontecido nesses 20 anos para que a Igreja não os revelasse a todos nós?
Essas são algumas de muitas perguntas que a Igreja não nos responde.
A Igreja que escondeu os possíveis 35 evangelhos escritos pelas pessoas que viveram com Jesus Cristo.
A Igreja que julgou heresia os manuscritos que teriam sido escritos pelo próprio Jesus, encontrados em uma caverna nas proximidades de Jerusalém.
Por que a Igreja os escondeu? O que ela temia afinal? Será que estes manuscritos acabariam com todo o seu poder? Estaria a Igreja com medo de perder a sua soberania?
Será que a Igreja que prega o Reino de Deus estaria preparada para compreender o verdadeiro significado do Reino Celestial que Jesus pregava?
Porque o próprio Jesus em suas palavras dizia que:
"O Reino de Deus está dentro de você e em tudo a seu redor. Não em um pedaço de madeira e nem em um pedaço de pedra.
Corte uma lasca de madeira e ali estarei. Levante uma pedra e me encontrarás".
Será que a Igreja entenderia este, que supostamente seria, o primeiro versículo do evangelho de Jesus Cristo?
Será que ela não estaria temendo que se a sociedade começasse a entender o verdadeiro projeto de Deus para a humanidade não existiriam mais os templos?
Porque se a pessoas deixassem de serem "manipuladas" pela Igreja, ela perderia por completo sua estrutura, sua base social, que estes desde os tempos primeiros.
Porque a Igreja em si, é a instituição que consegue manipular seus seguidores.
É uma instituição de poder, de controle.
Muitos dizem que os erros do passado não influenciam o presente.
Eu creio que o passado inescrupuloso da Igreja pode e está influenciando a Igreja atual. Impedindo-a de caminhar rumo a união, ao ecumênico. E sim trazendo de volta a perseguição, a dúvida, a revolta.
Existem segredos que se revelados podem acabar com toda a fachada pintada pela Igreja para a sociedade.
O mistério de Maria Madalena, por exemplo, e a sua relação com Jesus é algo que a ciência comprova, a Igreja omite e a sociedade não tem conhecimento sobre a tal.
Uma Igreja assim não nos faz compreender os projetos de Deus em nossa vida.
Devemos mudar, entender e inspirar-se somente em Jesus Cristo, em suas palavras, que por conseqüência não temos acesso, para mudar esta imagem de corrupção presente na Igreja no mundo.
Este texto foi escrito em 19/09/2004. Fala sobre alguns de meus questionamentos e inconformidades a cerca da religião. Assunto delicado e difícil de tratar.
Tenho fascínio pela Idade Média e meu assunto chave é Inquisição. Como sabem não sou historiadora, mas faço pesquisas sobre o assunto e posso dizer que tenho um conhecimento simplório sobre a temática, contudo este conhecimento (e sede de pesquisar e aprofundar-me no assunto) faz com que eu tenha certa segurança de falar sobre o assunto.
Acredito em Deus, não duvidem disso. Todavia, existem questões a cerca do Cristianismo e principalmente o Catolicismo que me deixam extremamente intrigada.
Não vou discutir todas as minhas inquietações agora, mas falarei sobre algumas delas no momento.
Além da Inquisição, a vida de Cristo e os mistérios em torno do Graal são assuntos que muito me interessam.
Então creio que este texto é um pontapé inicial. O momento em que estas inquietações pulsavam dentro de mim e me impulsionaram a ir em busca de mais informação.
É um texto muito simples, então não esperem muito dele. Como disse, foi escrito na época em que a paixão pela História aflorou de forma impactante.
O título original do texto é: Uma Revelação de Rebeldia (Revolta)
Obs: Por se tratar de um texto escrito 7 anos atrás, adianto que sofreu pequenas modificações e adaptações.
Há alguns meses atrás, comecei a me sentir diferente.
Não conseguia mais aceitar o que estava acontecendo a minha volta.
Comecei a enxergar as coisas de maneira diferente, não podia mais acreditar no que ouvia desde o momento em que nasci.
Minha vida tomou um novo rumo, eu me rebelei.
Sei que muitas pessoas não me entenderão, mas finalmente eu consegui compreender o que todos nós estamos fazendo aqui na Terra.
Nós somos o próprio Reino de Deus.
E é por este motivo que se inicia dentro de mim esta revolta.
Como posso acreditar em uma Igreja que se diz a casa de Deus, se esta mesma Igreja é ostentada de luxo e riqueza?
Como acreditaria em uma Igreja que ensina o perdão, se esta mesma Igreja foi capaz de matar milhões de pessoas por acreditar que estas seriam hereges?
Como acreditar que Jesus Cristo, "o filho de Deus", foi santo, se a própria Igreja que o denomina como tal escondeu 20 anos de sua vida? O que teria acontecido nesses 20 anos para que a Igreja não os revelasse a todos nós?
Essas são algumas de muitas perguntas que a Igreja não nos responde.
A Igreja que escondeu os possíveis 35 evangelhos escritos pelas pessoas que viveram com Jesus Cristo.
A Igreja que julgou heresia os manuscritos que teriam sido escritos pelo próprio Jesus, encontrados em uma caverna nas proximidades de Jerusalém.
Por que a Igreja os escondeu? O que ela temia afinal? Será que estes manuscritos acabariam com todo o seu poder? Estaria a Igreja com medo de perder a sua soberania?
Será que a Igreja que prega o Reino de Deus estaria preparada para compreender o verdadeiro significado do Reino Celestial que Jesus pregava?
Porque o próprio Jesus em suas palavras dizia que:
"O Reino de Deus está dentro de você e em tudo a seu redor. Não em um pedaço de madeira e nem em um pedaço de pedra.
Corte uma lasca de madeira e ali estarei. Levante uma pedra e me encontrarás".
Será que a Igreja entenderia este, que supostamente seria, o primeiro versículo do evangelho de Jesus Cristo?
Será que ela não estaria temendo que se a sociedade começasse a entender o verdadeiro projeto de Deus para a humanidade não existiriam mais os templos?
Porque se a pessoas deixassem de serem "manipuladas" pela Igreja, ela perderia por completo sua estrutura, sua base social, que estes desde os tempos primeiros.
Porque a Igreja em si, é a instituição que consegue manipular seus seguidores.
É uma instituição de poder, de controle.
Muitos dizem que os erros do passado não influenciam o presente.
Eu creio que o passado inescrupuloso da Igreja pode e está influenciando a Igreja atual. Impedindo-a de caminhar rumo a união, ao ecumênico. E sim trazendo de volta a perseguição, a dúvida, a revolta.
Existem segredos que se revelados podem acabar com toda a fachada pintada pela Igreja para a sociedade.
O mistério de Maria Madalena, por exemplo, e a sua relação com Jesus é algo que a ciência comprova, a Igreja omite e a sociedade não tem conhecimento sobre a tal.
Uma Igreja assim não nos faz compreender os projetos de Deus em nossa vida.
Devemos mudar, entender e inspirar-se somente em Jesus Cristo, em suas palavras, que por conseqüência não temos acesso, para mudar esta imagem de corrupção presente na Igreja no mundo.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Eu ODEIO Mentiras!
Um dos maiores traumas que tenho na vida e a razão pela qual eu digo que no meu peito tem um bloco de gelo e não um coração, vem do que vou dizer a seguir.
Existem três coisas no mundo que realmente me deixam irritada:
1)Mentiras.
2)Pessoas Falsas.
3)Perguntas Idiotas.
Já disse isso mais de uma vez e não vou me cansar nunca de repetir:
- Eu tenho olhos para VER.
- Será que custa entender isso?
- Não sou idiota e não durmo no ponto. Pode até me enganar por um mês, dois, três... um ano, contudo, eu sempre vou descobrir a verdade por trás dos fatos.
Mentiras pra mim são a PIOR espécie de traição que pode existir na face da Terra.
Dói muito mais do que ser chamada de "corna" em rede nacional.
Tem horas que até penso:
"Me põe um chifre, mas não mente pra mim. Isso dói demais"
Enganar alguém é algo que não sei fazer, mas parece que as pessoas que convivem comigo não tem medo de cometer esse erro.
Até meu melhor amigo já caiu na besteira de fazer isso. Pagou um preço caríssimo por isso e aprendeu a lição.
Ninguém consegue me enganar. Pode parecer prepotência minha dizer isso, mas na verdade não é.
Eu posso levar muito tempo, mas sempre descubro a verdade. E são nessas horas que as minhas armas de defesa entram em ação.
Sou humana e confesso que minha primeira reação é sempre o desejo de matar. O segundo passo é sempre a vingança (sim, eu sou um ser que sempre pensa em se vingar, mas sempre me controlo e passo para o próximo passo). Todavia o terceiro é o meu favorito e o que funciona melhor, porque é o que deixa a marca mais profunda e dolorida: o DESPREZO.
Esse sim é o meu favorito.
Aquele que faço com muito gosto.
É claro que como ser humano, eu sempre me arrependo depois de um tempo de me sentir tão bem praticando tal ato. Mas no primeiro momento, aquele no qual eu tenho que colocar a raiva pra fora, eu me sinto muito SATISFEITA.
E o que me tornou essa pessoa que se vinga através do desprezo, principalmente, foi uma mentira.
Uma pequena mentira que aos poucos se tornou uma bola de neve e logo não havia mais como voltar atrás.
Alguém em quem eu confiei demais, dei todo o meu amor durante DOIS (maravilhosos e turbulentos) anos, me traiu da pior maneira possível: mentiu pra mim.
Eu poderia suportar qualquer coisa.
Poderia suportar que essa pessoa dissesse na minha cara:
- Eu não te amo mais, não te quero, pra mim acabou!
- Eu tenho outra pessoa e ela é mais importante para mim que você.
- Não adianta insistir no que não dá mais certo.
Juro que doeria menos se fosse assim. Contudo, para minha infelicidade não foi.
Juro que se esse alguém dissesse na minha cara: Você é uma "corna". Eu iria suportar tudo de cabeça erguida e sobreviver.
Mas esse alguém preferiu mentir. Preferiu enganar. Jogar fora tudo que eu o havia dado de presente. E tudo de mais precioso que eu tinha: meu CORAÇÃO.
Quem me conhece, sabe que eu vivo dizendo:
- Não posso amar de verdade, não posso me entregar, não tenho um coração pra oferecer a ninguém.
Muitos se assustam, outros dizem que não deveria pensar dessa maneira, mas é isso que sou: alguém que não tem coração, que não pode amar. Que espera que alguém tenha a coragem de confiar o coração nas minhas mãos, para que eu possa cuidar dele com todo carinho.
E tudo isso por causa de uma mentira.
Muitos não acreditam quando eu digo, mas a primeira mentira foi descoberta no momento em que estava sendo contada. (Já disse, eu tenho olhos pra VER).
Que ódio eu senti naquele momento. Será que o idiota não podia lembrar que eu estaria sempre por perto? (Não éramos vizinhos, mas eu morava praticamente ao lado).
Essa foi a primeira vez que a máscara caiu. Dali em diante, começou a enchente. E nível das mentiras só ia se elevando. (Não darei detalhes do que aconteceu, até porque esse não é meu propósito hoje, e na verdade, isso está no passado e lá deve ficar. Contudo devo dizer que essa foi a maior decepção, alias, eu deveria dizer TRAIÇÃO que sofri na vida).
A cara de pau foi tanta que chegou um momento em que eu realmente queria por todas as cartas na mesa, e esfregar na cara da pessoa que eu já sabia de toda a verdade. (Juro que ainda quero uma explicação. E percebo que esse alguém também quer se explicar). Infelizmente não deu tempo. A raiva subiu a cabeça de ambos e a discussão foi fervorosa e com algumas dúzias de palavras tudo se desfez.
Eu tenho plena consciência do arrependimento dessa pessoa. Sei que ela jamais passaria por cima do próprio orgulho e me procuraria. Assim como eu também nunca vou procurá-la.
Aquela velha história: de quem só me faz mal, eu quero distância.
Mentir, pra mim é golpe mais que baixo. Todos que tentaram nunca foram bem sucedidos.
Eu tenho faro de LOBO pra descobrir falcatruas.
E nem adianta querer se arrepender depois, recuperar minha confiança não é algo fácil.
Me põe de cara com um prato de 'fígado de boi', mas não tenta me enganar.
Eu sou do tipo que nunca fala o que me chateia de primeira. Então tudo mundo pensa que pode pisar em mim. E os três erros mais comuns que cometem ao me julgar pelo que vêem são:
ERRO 1: Ela é uma boba.
ERRO 2: Tem sangue de barata coitada.
ERRO 3: Não sabe se defender, essa é mole de enganar.
Não sou boba. (Meu lado reservista me impede de ficar rebatendo coisas em uma discussão, então às vezes me calo e deixo quem ta discutindo comigo me descascar).
Não tenho sangue de barata. (Eu posso não fazer nada na hora que me ofendem, mas quando a resposta sair, vai doer mais que uma facada no rim).
Sei me defender e ninguém me engana. (O que mais dói em uma briga comigo, é saber que eu guardei as coisas tempo o suficiente para ter excelentes verdades pra jogar na cara de quem tá discutindo comigo. Eu tiro coisas do baú que as pessoas nem lembravam existir. E isso machuca. E são nesses momentos que minha vingança é doce como chocolate branco).
Eu odeio mentiras com todo o meu 'bloco de gelo' (sim, eu não tenho coração, não se esqueça disso).
É algo inaceitável pra mim.
É traição de milionésimo grau.
Pensa bem, antes de tentar.
Vai estar comprando sua passagem pro Inferno.
Então se você ainda pensa em ter um lugar no céu, preserve a verdade quando for se relacionar comigo, não importa a origem dessa relação: amizade, namoro, caso, rolo, etc.
Não tenho paciência pra esse tipo de coisa e juro que não poupo esforços em retribuir de uma maneira muito "simpática" a essa "boa ação".
Fica a dica.
PS: Vocês devem estar se perguntando por que eu mencionei o prato de 'fígado de boi'.
Eu tenho vertigem quando fico diante desse pedaço de carne. Fico de todas as cores possíveis (azul, verde, roxo, amarelo, branco... desmaio). Nunca fico perto do açougue quando vou ao supermercado e se houver a necessidade de estar lá, fico olhando as 'plaquinhas' com os preços das carnes pra nunca encontrar o bendito.
Existem três coisas no mundo que realmente me deixam irritada:
1)Mentiras.
2)Pessoas Falsas.
3)Perguntas Idiotas.
Já disse isso mais de uma vez e não vou me cansar nunca de repetir:
- Eu tenho olhos para VER.
- Será que custa entender isso?
- Não sou idiota e não durmo no ponto. Pode até me enganar por um mês, dois, três... um ano, contudo, eu sempre vou descobrir a verdade por trás dos fatos.
Mentiras pra mim são a PIOR espécie de traição que pode existir na face da Terra.
Dói muito mais do que ser chamada de "corna" em rede nacional.
Tem horas que até penso:
"Me põe um chifre, mas não mente pra mim. Isso dói demais"
Enganar alguém é algo que não sei fazer, mas parece que as pessoas que convivem comigo não tem medo de cometer esse erro.
Até meu melhor amigo já caiu na besteira de fazer isso. Pagou um preço caríssimo por isso e aprendeu a lição.
Ninguém consegue me enganar. Pode parecer prepotência minha dizer isso, mas na verdade não é.
Eu posso levar muito tempo, mas sempre descubro a verdade. E são nessas horas que as minhas armas de defesa entram em ação.
Sou humana e confesso que minha primeira reação é sempre o desejo de matar. O segundo passo é sempre a vingança (sim, eu sou um ser que sempre pensa em se vingar, mas sempre me controlo e passo para o próximo passo). Todavia o terceiro é o meu favorito e o que funciona melhor, porque é o que deixa a marca mais profunda e dolorida: o DESPREZO.
Esse sim é o meu favorito.
Aquele que faço com muito gosto.
É claro que como ser humano, eu sempre me arrependo depois de um tempo de me sentir tão bem praticando tal ato. Mas no primeiro momento, aquele no qual eu tenho que colocar a raiva pra fora, eu me sinto muito SATISFEITA.
E o que me tornou essa pessoa que se vinga através do desprezo, principalmente, foi uma mentira.
Uma pequena mentira que aos poucos se tornou uma bola de neve e logo não havia mais como voltar atrás.
Alguém em quem eu confiei demais, dei todo o meu amor durante DOIS (maravilhosos e turbulentos) anos, me traiu da pior maneira possível: mentiu pra mim.
Eu poderia suportar qualquer coisa.
Poderia suportar que essa pessoa dissesse na minha cara:
- Eu não te amo mais, não te quero, pra mim acabou!
- Eu tenho outra pessoa e ela é mais importante para mim que você.
- Não adianta insistir no que não dá mais certo.
Juro que doeria menos se fosse assim. Contudo, para minha infelicidade não foi.
Juro que se esse alguém dissesse na minha cara: Você é uma "corna". Eu iria suportar tudo de cabeça erguida e sobreviver.
Mas esse alguém preferiu mentir. Preferiu enganar. Jogar fora tudo que eu o havia dado de presente. E tudo de mais precioso que eu tinha: meu CORAÇÃO.
Quem me conhece, sabe que eu vivo dizendo:
- Não posso amar de verdade, não posso me entregar, não tenho um coração pra oferecer a ninguém.
Muitos se assustam, outros dizem que não deveria pensar dessa maneira, mas é isso que sou: alguém que não tem coração, que não pode amar. Que espera que alguém tenha a coragem de confiar o coração nas minhas mãos, para que eu possa cuidar dele com todo carinho.
E tudo isso por causa de uma mentira.
Muitos não acreditam quando eu digo, mas a primeira mentira foi descoberta no momento em que estava sendo contada. (Já disse, eu tenho olhos pra VER).
Que ódio eu senti naquele momento. Será que o idiota não podia lembrar que eu estaria sempre por perto? (Não éramos vizinhos, mas eu morava praticamente ao lado).
Essa foi a primeira vez que a máscara caiu. Dali em diante, começou a enchente. E nível das mentiras só ia se elevando. (Não darei detalhes do que aconteceu, até porque esse não é meu propósito hoje, e na verdade, isso está no passado e lá deve ficar. Contudo devo dizer que essa foi a maior decepção, alias, eu deveria dizer TRAIÇÃO que sofri na vida).
A cara de pau foi tanta que chegou um momento em que eu realmente queria por todas as cartas na mesa, e esfregar na cara da pessoa que eu já sabia de toda a verdade. (Juro que ainda quero uma explicação. E percebo que esse alguém também quer se explicar). Infelizmente não deu tempo. A raiva subiu a cabeça de ambos e a discussão foi fervorosa e com algumas dúzias de palavras tudo se desfez.
Eu tenho plena consciência do arrependimento dessa pessoa. Sei que ela jamais passaria por cima do próprio orgulho e me procuraria. Assim como eu também nunca vou procurá-la.
Aquela velha história: de quem só me faz mal, eu quero distância.
Mentir, pra mim é golpe mais que baixo. Todos que tentaram nunca foram bem sucedidos.
Eu tenho faro de LOBO pra descobrir falcatruas.
E nem adianta querer se arrepender depois, recuperar minha confiança não é algo fácil.
Me põe de cara com um prato de 'fígado de boi', mas não tenta me enganar.
Eu sou do tipo que nunca fala o que me chateia de primeira. Então tudo mundo pensa que pode pisar em mim. E os três erros mais comuns que cometem ao me julgar pelo que vêem são:
ERRO 1: Ela é uma boba.
ERRO 2: Tem sangue de barata coitada.
ERRO 3: Não sabe se defender, essa é mole de enganar.
Não sou boba. (Meu lado reservista me impede de ficar rebatendo coisas em uma discussão, então às vezes me calo e deixo quem ta discutindo comigo me descascar).
Não tenho sangue de barata. (Eu posso não fazer nada na hora que me ofendem, mas quando a resposta sair, vai doer mais que uma facada no rim).
Sei me defender e ninguém me engana. (O que mais dói em uma briga comigo, é saber que eu guardei as coisas tempo o suficiente para ter excelentes verdades pra jogar na cara de quem tá discutindo comigo. Eu tiro coisas do baú que as pessoas nem lembravam existir. E isso machuca. E são nesses momentos que minha vingança é doce como chocolate branco).
Eu odeio mentiras com todo o meu 'bloco de gelo' (sim, eu não tenho coração, não se esqueça disso).
É algo inaceitável pra mim.
É traição de milionésimo grau.
Pensa bem, antes de tentar.
Vai estar comprando sua passagem pro Inferno.
Então se você ainda pensa em ter um lugar no céu, preserve a verdade quando for se relacionar comigo, não importa a origem dessa relação: amizade, namoro, caso, rolo, etc.
Não tenho paciência pra esse tipo de coisa e juro que não poupo esforços em retribuir de uma maneira muito "simpática" a essa "boa ação".
Fica a dica.
PS: Vocês devem estar se perguntando por que eu mencionei o prato de 'fígado de boi'.
Eu tenho vertigem quando fico diante desse pedaço de carne. Fico de todas as cores possíveis (azul, verde, roxo, amarelo, branco... desmaio). Nunca fico perto do açougue quando vou ao supermercado e se houver a necessidade de estar lá, fico olhando as 'plaquinhas' com os preços das carnes pra nunca encontrar o bendito.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Marcas
Há coisas que o tempo não pode apagar.
Marcas que nem mesmo milênios seriam capazes de nos fazer esquecer.
Algumas realmente deixam cicatrizes, outras são feridas que nunca hão de se fechar.
E estas que sempre estão abertas, são as que mais doem.
Aquelas que nos fazem sangrar por dentro.
E felizmente ou não, não são advindas do amor.
São provenientes de uma amizade fadada à decadência.
Como pode haver no mundo pessoas que não se importam com os sentimentos das outras?
Como há de existir tamanha falsidade e descaramento?
Será que não existem mais no mundo sentimentos puros e verdadeiros?
Será que eu sou tão idiota por ainda acreditar nas pessoas que me cercam?
Eu acredito nos sentimentos verdadeiros e principalmente na pureza que eles carregam.
E confesso que muitos pensam que sou cega a ponto de não enxergar o que se passa a minha volta.
Mas a muitos destes já disse e torno a repetir:
- Vocês podem enganar a todos, mas eu tenho olhos para ver!
Não suporto gente falsa e menos ainda os que pensam que podem passar por cima de mim sem que eu me dê conta disso.
Já perdi muitos que um dia julguei que fossem meus amigos verdadeiros e hoje não os quero mal de forma alguma, mas o que restou de minha parte para com eles foi o desprezo.
Eu odeio ter que chegar a esse ponto, mas se não tiver mais escolha não me importarei de usá-lo como arma de defesa.
Estou cansada de colecionar marcas, daquelas que são como feridas abertas, que sangram como rios que correm para o mar.
Estou cansada de pessoas venenosas que só sabem destilar o seu veneno pensando que meus anticorpos não estão preparados para repeli-lo de minha corrente sanguínea.
Eu não sou cega, já disse e volto a repetir!
Também devo dizer que não tenho sangue de barata e não sou nenhuma mosca morta.
E peço aos falsos que tomem cuidado comigo, porque quando me irrito não tenho controle sobre tudo o que mantenho guardado para não me indispor com eles.
Eu tenho muitas dessas marcas e decidi que mesmo que elas nunca se tornem cicatrizes que trarão apenas a lembrança de um momento ruim, eu vou cuidar para que elas ao menos deixem de sangrar.
Eu não sou de ferro e minha paciência tem limites.
Sou alguém que preza a transparência e que muito cativa os amigos que tem. Contudo não suporta que eles lhe deixem marcas que não sejam para lembrar os momentos felizes.
E no fundo, não tenho medo de com o meu desprezo deixar marcas que vão doer tanto como as que tenho no bloco gelo que substitui o meu coração.
Marcas que nem mesmo milênios seriam capazes de nos fazer esquecer.
Algumas realmente deixam cicatrizes, outras são feridas que nunca hão de se fechar.
E estas que sempre estão abertas, são as que mais doem.
Aquelas que nos fazem sangrar por dentro.
E felizmente ou não, não são advindas do amor.
São provenientes de uma amizade fadada à decadência.
Como pode haver no mundo pessoas que não se importam com os sentimentos das outras?
Como há de existir tamanha falsidade e descaramento?
Será que não existem mais no mundo sentimentos puros e verdadeiros?
Será que eu sou tão idiota por ainda acreditar nas pessoas que me cercam?
Eu acredito nos sentimentos verdadeiros e principalmente na pureza que eles carregam.
E confesso que muitos pensam que sou cega a ponto de não enxergar o que se passa a minha volta.
Mas a muitos destes já disse e torno a repetir:
- Vocês podem enganar a todos, mas eu tenho olhos para ver!
Não suporto gente falsa e menos ainda os que pensam que podem passar por cima de mim sem que eu me dê conta disso.
Já perdi muitos que um dia julguei que fossem meus amigos verdadeiros e hoje não os quero mal de forma alguma, mas o que restou de minha parte para com eles foi o desprezo.
Eu odeio ter que chegar a esse ponto, mas se não tiver mais escolha não me importarei de usá-lo como arma de defesa.
Estou cansada de colecionar marcas, daquelas que são como feridas abertas, que sangram como rios que correm para o mar.
Estou cansada de pessoas venenosas que só sabem destilar o seu veneno pensando que meus anticorpos não estão preparados para repeli-lo de minha corrente sanguínea.
Eu não sou cega, já disse e volto a repetir!
Também devo dizer que não tenho sangue de barata e não sou nenhuma mosca morta.
E peço aos falsos que tomem cuidado comigo, porque quando me irrito não tenho controle sobre tudo o que mantenho guardado para não me indispor com eles.
Eu tenho muitas dessas marcas e decidi que mesmo que elas nunca se tornem cicatrizes que trarão apenas a lembrança de um momento ruim, eu vou cuidar para que elas ao menos deixem de sangrar.
Eu não sou de ferro e minha paciência tem limites.
Sou alguém que preza a transparência e que muito cativa os amigos que tem. Contudo não suporta que eles lhe deixem marcas que não sejam para lembrar os momentos felizes.
E no fundo, não tenho medo de com o meu desprezo deixar marcas que vão doer tanto como as que tenho no bloco gelo que substitui o meu coração.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Aquilo Que Sei Que Sou!
Sou alguém que tem muitos medos.
O maior deles eu diria que é das mariposas.
Sou alguém que é feliz de um jeito torto e errado, que muitos não entendem. Contudo, já me acostumei com as criticas e de certa forma sempre lido bem com elas, depois de muito refleti-las, é claro!
Sou do tipo que tem opinião própria, apesar de parecer muito ingênua e influenciável.
Não gosto de gente chata e que reclama demais.
Também não aprecio mentiras. Depois de muito sofrer por ter mentido, aprendi que não vale à pena esconder a verdade, mesmo que essa possa machucar.
Traições são imperdoáveis, não importa a causa ou a origem. (Amigos, parentes, casos, namorados, colegas, conhecidos, etc).
Aprecio o respeito a mim, e de minha parte para com os outros.
Odeio atraso, perguntas idiotas e ser contrariada. (Sim, eu sou um "pouco" mimada. É o mal de ser filho único).
Gosto de manipular as pessoas. Se puder moldá-las ao meu modo tudo fica perfeito.
Sou perfeccionista, critica, exigente, um pouco egoísta, cautelosa, muito tímida, generosa e companheira.
Eu me apego muito fácil. Não faz cara de bebê abandonado pra mim que sou capaz de querer adotar.
Eu trato meus gatinhos como bebês.
Sou muito manhosa, do tipo que muda a voz e tudo mais.
Sou apaixonada.
Tenho pavio curto para gente sem noção.
Se não estiver "de bem" com alguém não sou falsa a ponto de ficar bajulando a pessoa.
Eu não sei ser falsa.
Me dói fingir que está tudo bem quando na verdade não está.
Eu sou ciumenta. Sou um "chiclete" e se pudesse nunca sairia de perto das pessoas que gosto.
Meu pai é minha fortaleza. (Muitos já me perguntaram se eu não tenho mãe. Tenho sim, mas às vezes esqueço-me de mencioná-la, tamanha a minha empolgação quando o assunto é meu pai).
Eu amo muito a Lulinha, do meu jeito errado de amar, mas ainda assim não deixo de fazê-lo.
Eu vivo dizendo pra todo mundo que sou muito chata. Na verdade eu fico testando a paciência das pessoas e é claro sempre quero ouvi-las dizer que eu não sou.
Eu tenho um sorriso bobo na cara quando tenho alguma idéia brilhante.
Eu acredito em anjos.
Odeio admitir isso, mas eu choro fácil. (Quando estou irritada, decepcionada, de tanto rir, quando me lembro do passado, quando alguém briga comigo, quando me emociono, quando me despeço de alguém querido, quando estou com raiva).
Minha cor favorita é azul. Meu dia preferido da semana é Segunda-Feira e meu número de sorte é 14.
Às vezes sou uma criança de 6 anos e outras ainda uma velhinha de 80.
Eu não me importo de ter uma rotina e na verdade as mudanças não me agradam muito.
Eu sou alguém que tem muitos sonhos e uma mente fértil demais. Que viaja pra longe com muita facilidade. (Eu tenho desvio de atenção).
Mas no fim das contas eu sou alguém que não é tão difícil assim de lidar depois que se aprende o jeito de tratar-me.
Eu sou só mais alguém que tem muitas vontades e a esperança de colocar todas elas em pratica.
O maior deles eu diria que é das mariposas.
Sou alguém que é feliz de um jeito torto e errado, que muitos não entendem. Contudo, já me acostumei com as criticas e de certa forma sempre lido bem com elas, depois de muito refleti-las, é claro!
Sou do tipo que tem opinião própria, apesar de parecer muito ingênua e influenciável.
Não gosto de gente chata e que reclama demais.
Também não aprecio mentiras. Depois de muito sofrer por ter mentido, aprendi que não vale à pena esconder a verdade, mesmo que essa possa machucar.
Traições são imperdoáveis, não importa a causa ou a origem. (Amigos, parentes, casos, namorados, colegas, conhecidos, etc).
Aprecio o respeito a mim, e de minha parte para com os outros.
Odeio atraso, perguntas idiotas e ser contrariada. (Sim, eu sou um "pouco" mimada. É o mal de ser filho único).
Gosto de manipular as pessoas. Se puder moldá-las ao meu modo tudo fica perfeito.
Sou perfeccionista, critica, exigente, um pouco egoísta, cautelosa, muito tímida, generosa e companheira.
Eu me apego muito fácil. Não faz cara de bebê abandonado pra mim que sou capaz de querer adotar.
Eu trato meus gatinhos como bebês.
Sou muito manhosa, do tipo que muda a voz e tudo mais.
Sou apaixonada.
Tenho pavio curto para gente sem noção.
Se não estiver "de bem" com alguém não sou falsa a ponto de ficar bajulando a pessoa.
Eu não sei ser falsa.
Me dói fingir que está tudo bem quando na verdade não está.
Eu sou ciumenta. Sou um "chiclete" e se pudesse nunca sairia de perto das pessoas que gosto.
Meu pai é minha fortaleza. (Muitos já me perguntaram se eu não tenho mãe. Tenho sim, mas às vezes esqueço-me de mencioná-la, tamanha a minha empolgação quando o assunto é meu pai).
Eu amo muito a Lulinha, do meu jeito errado de amar, mas ainda assim não deixo de fazê-lo.
Eu vivo dizendo pra todo mundo que sou muito chata. Na verdade eu fico testando a paciência das pessoas e é claro sempre quero ouvi-las dizer que eu não sou.
Eu tenho um sorriso bobo na cara quando tenho alguma idéia brilhante.
Eu acredito em anjos.
Odeio admitir isso, mas eu choro fácil. (Quando estou irritada, decepcionada, de tanto rir, quando me lembro do passado, quando alguém briga comigo, quando me emociono, quando me despeço de alguém querido, quando estou com raiva).
Minha cor favorita é azul. Meu dia preferido da semana é Segunda-Feira e meu número de sorte é 14.
Às vezes sou uma criança de 6 anos e outras ainda uma velhinha de 80.
Eu não me importo de ter uma rotina e na verdade as mudanças não me agradam muito.
Eu sou alguém que tem muitos sonhos e uma mente fértil demais. Que viaja pra longe com muita facilidade. (Eu tenho desvio de atenção).
Mas no fim das contas eu sou alguém que não é tão difícil assim de lidar depois que se aprende o jeito de tratar-me.
Eu sou só mais alguém que tem muitas vontades e a esperança de colocar todas elas em pratica.
domingo, 7 de novembro de 2010
O Mundo Azul de Jully II
A realidade é sempre muito cruel com aqueles que sonham demais.
Não aceita que os sonhadores precisam da ilusão para abastecer suas energias.
Sabemos que muitos de nossos pensamentos não serão realizados, mas mesmo assim não deixamos de levá-los conosco para o mundo perfeito.
Se tudo fosse do jeito com o qual sonhamos seria muito chato e sem vida, nos cansaríamos com extrema rapidez.
Mas mesmo que este mundo não possa existir é para lá que corremos quando nos sentimos ameaçados.
Não pensem que somos seres do "mundo da lua", que não temos consciência do que se passa a nossa volta.
O que acontece é que precisamos de um tempo só nosso para criar nossas próprias hipóteses, testá-las, aprová-las e aplicá-las ou não ao mundo real conforme análises de seus resultados.
O Mundo Azul de Jully é assim, um lugar imaginário, cheio de imperfeições, mas que me permite fazer experiências que podem ou não dar certo na realidade, mas pelo menos já me deram a oportunidade de pensar nas conseqüências, sejam elas boas ou não.
Como já disse anteriormente, sempre que precisar é lá que eu estarei, quando nada der certo ou se tudo correr bem é lá que darei continuidade ao que se passa na realidade, seja para me ajudar a recuperar-me ou para estender a felicidade que se abriga em minha vida.
Não trocaria por nada a oportunidade de fazer esta mágica viagem para o meu mundinho azul, que pode até não ser perfeito, contudo o comando está sempre em minhas mãos.
Precedido por:
O Mundo Azul de Jully
Não aceita que os sonhadores precisam da ilusão para abastecer suas energias.
Sabemos que muitos de nossos pensamentos não serão realizados, mas mesmo assim não deixamos de levá-los conosco para o mundo perfeito.
Se tudo fosse do jeito com o qual sonhamos seria muito chato e sem vida, nos cansaríamos com extrema rapidez.
Mas mesmo que este mundo não possa existir é para lá que corremos quando nos sentimos ameaçados.
Não pensem que somos seres do "mundo da lua", que não temos consciência do que se passa a nossa volta.
O que acontece é que precisamos de um tempo só nosso para criar nossas próprias hipóteses, testá-las, aprová-las e aplicá-las ou não ao mundo real conforme análises de seus resultados.
O Mundo Azul de Jully é assim, um lugar imaginário, cheio de imperfeições, mas que me permite fazer experiências que podem ou não dar certo na realidade, mas pelo menos já me deram a oportunidade de pensar nas conseqüências, sejam elas boas ou não.
Como já disse anteriormente, sempre que precisar é lá que eu estarei, quando nada der certo ou se tudo correr bem é lá que darei continuidade ao que se passa na realidade, seja para me ajudar a recuperar-me ou para estender a felicidade que se abriga em minha vida.
Não trocaria por nada a oportunidade de fazer esta mágica viagem para o meu mundinho azul, que pode até não ser perfeito, contudo o comando está sempre em minhas mãos.
Precedido por:
O Mundo Azul de Jully
sábado, 14 de agosto de 2010
Quem foi o infeliz que inventou o AMOR?
Há dias meu coração bate acelerado quando você está por perto.
Minha respiração se faz dificultada, minhas mãos suam.
Quando teu olhar encontra o meu, uma corrente elétrica se descarrega em meu corpo.
Meus sonhos me deixam confusa, não sei se estou acordada ou não.
Pensamentos, devaneios, delírios: em tudo você está presente.
Um fantasma, uma sombra, uma miragem com a qual minha imaginação se deleita.
Vivo procurando uma razão para toda esta confusão que tomou conta de minha mente, mas quanto mais eu a procuro, mais ela foge do meu alcance.
O que vi em você eu não encontrei em mais ninguém, e o mais impressionante é que és tão diferente dos que geralmente me agradam.
Essa minha vontade de você muito me assusta.
Me pergunto todas as manhãs quando isso vai passar, mas no fim do dia, quando vou dormir, eu só peço que tudo seja igual no dia seguinte.
Quanto mais você me machuca, mais quero que essa dor esteja comigo.
Quanto mais você se distancia, mais perto de você eu procuro estar.
Quem foi o infeliz que inventou o AMOR?
Esse sentimento que nos faz tristes e felizes como se o céu e o inferno fossem a combinação perfeita para formar o paraíso.
Sentimento que enlouquece, nos deixa doentes, embriagados pela esperança.
Sentimento que torna a confusão algo obvio e simples.
Nos faz viver e não raciocinar, nos impulsiona a voar ao invés de nos manter fixos ao chão.
Porque haveria de existir tal sentimento
Se quando não é compartilhado por duas pessoas só causa dor?
Maldito aquele que o criou. Estava bebado, não tinha consciência, tão pouco bom senso.
Mas se não há como desfazer esse erro, sejamos nós punidos com a praga chamada AMOR, enquanto ansiamos por um pouco de paz para nossos corações que amam sem medidas.
Minha respiração se faz dificultada, minhas mãos suam.
Quando teu olhar encontra o meu, uma corrente elétrica se descarrega em meu corpo.
Meus sonhos me deixam confusa, não sei se estou acordada ou não.
Pensamentos, devaneios, delírios: em tudo você está presente.
Um fantasma, uma sombra, uma miragem com a qual minha imaginação se deleita.
Vivo procurando uma razão para toda esta confusão que tomou conta de minha mente, mas quanto mais eu a procuro, mais ela foge do meu alcance.
O que vi em você eu não encontrei em mais ninguém, e o mais impressionante é que és tão diferente dos que geralmente me agradam.
Essa minha vontade de você muito me assusta.
Me pergunto todas as manhãs quando isso vai passar, mas no fim do dia, quando vou dormir, eu só peço que tudo seja igual no dia seguinte.
Quanto mais você me machuca, mais quero que essa dor esteja comigo.
Quanto mais você se distancia, mais perto de você eu procuro estar.
Quem foi o infeliz que inventou o AMOR?
Esse sentimento que nos faz tristes e felizes como se o céu e o inferno fossem a combinação perfeita para formar o paraíso.
Sentimento que enlouquece, nos deixa doentes, embriagados pela esperança.
Sentimento que torna a confusão algo obvio e simples.
Nos faz viver e não raciocinar, nos impulsiona a voar ao invés de nos manter fixos ao chão.
Porque haveria de existir tal sentimento
Se quando não é compartilhado por duas pessoas só causa dor?
Maldito aquele que o criou. Estava bebado, não tinha consciência, tão pouco bom senso.
Mas se não há como desfazer esse erro, sejamos nós punidos com a praga chamada AMOR, enquanto ansiamos por um pouco de paz para nossos corações que amam sem medidas.
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