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quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Da boca pra fora

"Eu te amo. Você é uma das pessoas mais incríveis que eu já conheci."
Curioso como essa é uma das frases que mais ouço e, ainda assim, uma das que menos consigo acreditar.
Porque palavras, sozinhas, nunca me convenceram de nada.
Quando as atitudes caminham em direção oposta, elas deixam de ser promessas e se tornam apenas um amontoado de letras lançado ao vento.
Então eu me pergunto:
Você sente mesmo?
Ou apenas sabe exatamente o que dizer para que eu continue por perto?
Eu te avisei que, quando fosse embora, não olharia para trás.
Não era da boca pra fora.
Mas e você?
Quando diz que me ama...
...está falando com o meu coração ou apenas com o medo de me perder?

[07/12/2022]

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

Eu nunca quis te deixar...

Sair por aquela porta foi uma das coisas mais difíceis que eu fiz na minha vida.
Eu sempre te amei.
Você era minha melhor amiga.
Cumplicidade como a nossa nunca existiu com outras. A gente sempre se entendeu apenas de olhar uma pra outra e isso não é algo que se encontra em qualquer esquina.
Mas mesmo te amando, mesmo não querendo, eu tive que sair.
Eu tive que fechar a porta, pois eu precisava cuidar de mim, eu precisava juntar os cacos, curar as feridas.
Eu me dediquei demais a você e no fim das contas, você nunca me deu o meu devido valor.
Tantas vezes as pessoas me disseram:
"Eu não sei porquê você ainda se importa com ela, quando ela só faz te humilhar."
Na minha ingenuidade, eu pensava que aquele era o seu jeito de demonstrar amor por mim.
Mas foram tantas traições, tantas mentiras, que eu simplesmente não podia mais confiar.
E uma vez que a confiança se quebra, é irreparável.
Hoje eu te vejo de longe. E muitas vezes me pergunto se só eu estou enxergando o sofrimento em seus olhos, a solidão, o vazio.
Incontáveis vezes eu pensei em te procurar, te estender a mão, confessar que eu nunca quis te deixar.
Mas dar esse passo é me abrir a possibilidade de sofrer outra vez. 
E se tem uma coisa que a maturidade me trouxe foi o entendimento de não me prolongar em um ambiente que me faz mal.
Desejo que você seja feliz e encontre alguém que te cuide como um dia eu cuidei.

domingo, 14 de março de 2021

Staring at the abyss

I know how dangerous it can be, but when you love the taste of danger, staring at the abyss can only make you urge for the jump.
And jumping on you was such a rush!
I never actually imagined I would be this insane, I used to have everything under control, being so rational all the time. And then there was you...
How was I supposed to explain to my heart it was not a good idea to try to kill ourselves? I mean, that mountain was really high, but we had to do it anyways, right?
Thriller junkies that we were!
And when I finally realized I was so madly in love with you, there was no turning back.
I drowned into your ocean.
I consumed myself into the depths of your darkness.
I made you my happy place.
It took me a while to get used to living without the light, but I gotta confess I have never been happier.
Staring at your abyss changed me in ways I don't think I will ever be able to describe.
Even though I crashed and burned on my fall, you made me whole again. You gave me hope on things I thought I was never going to be worthy of.
Your darkness was my salvation, the beacon that showed me the path of greater things which may yet come to pass. Things I had already given up, feelings I was afraid go face, to feel.
Your abyss gave me strength to keep walking. To keep moving, even though my fears were trying to eat me alive.
I would never regret the day I decided to jump on you, that was the day I started to rebuilt.


domingo, 2 de agosto de 2020

E quem foi que disse que a gente não pode mudar?


Quando eu comecei a sonhar com tudo o que vivo hoje, eu fui chamada de louca inúmeras vezes.

Sempre ouvia coisas do tipo:

- Mas você já tem um diploma, uma carreira, já está estável na sua profissão.

- Você não vai mais dar aulas?

- Não gosta mais de ser professora?

As escolhas que fiz não tem nada a ver com o fato de eu gostar ou não de dar aulas. Até porque eu amo ser professora e sigo dando aulas mesmo agora que ingressei na segunda graduação.

O fato de ter escolhido mudar, de ter ingressado na carreira científica, vem de um amor que sempre esteve adormecido em meu coração. Que seguia "escondido", pelo medo do novo, pelo medo de decepcionar a mim mesma e àqueles que amo. Pela angústia de não saber se estou no caminho certo.

A verdade é que eu nunca saberei se fiz a escolha certa ou não. Mas é que eu sempre fui assim, eu sempre dei ouvidos ao que o meu coração me diz, eu sempre acreditei que se eu quisesse eu poderia mudar o mundo.

É difícil explicar pra vocês que a minha geração é a geração da mudança, e que não há nada de errado nisso. Em querer testar hipóteses, em descobrir as respostas a partir das próprias experiências, dos próprios erros.

Às vezes o medo nos cega, nos torna cômodos. Correr riscos não é pra qualquer um. O novo pode ser assustador, contudo, ele também pode ser reconfortante.

E por que não apostar no clichê: nunca é tarde para começar?

O mundo não é mais o mesmo de 50 anos atrás, onde nós mulheres não tínhamos espaço e nosso único lugar era cuidar da casa e do marido. Ainda há muito a ser conquistado, entretanto, as mulheres já ocupam lugares que antes eram inimagináveis.

A sociedade precisa entender que nem todas as mulheres serão "donas de casa", pelo menos não no sentido mais convencional do termo. Seremos donas de casa sim, mas a dona de casa moderna é aquela que está por aí, na universidade, na indústria, na chefia…

A gente tem medo de mudar, mas muitas vezes, é somente com uma grande mudança que alcançamos o nosso verdadeiro potencial.

Eu não deixei de amar a minha profissão, entretanto, isso não quer dizer que eu não possa buscar evoluir, me tornar melhor, como pessoa, como profissional.

Eu resolvi realizar um sonho antigo, que pra muitos pode parecer bobagem ou até mesmo loucura. E sim, talvez vocês estejam certos, mas é possível que a gente só vá descobrir isso no futuro.

O que vim dizer pra vocês hoje é:

Abrace a mudança! Não tenha medo de encarar o novo, por mais difícil que possa parecer!

Se desafie, confie no seu potencial Saia da zona de conforto! Se reinvente! 

E se por acaso as coisas não saírem como você planejou, está tudo bem! Cometer um erro não é a pior coisa do mundo. A ciência está aí pra comprovar que é somente com inúmeras tentativas que se pode descobrir algo novo, extraordinário!

Então se você tem vontade de mudar, não deixe que a opinião alheia te impeça de buscar o que te faz feliz. E se essa não é a sua vontade, está tudo bem também.


sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Um pequeno balanço de 2018

Eu já comentei com vocês que há algum tempo eu deixei de fazer as tais resoluções de ano novo. Listas de desejos ou simplesmente tarefas que nos propomos a cumprir no ano que vai começar. Então em 2017 não foi diferente.
Quando 2018 começou, eu jamais imaginava que ia passar por tudo o que passei, principalmente as perdas, pois essas foram as mais difíceis de lidar.
Eu estava lá, em 31 de dezembro de 2017, cheia de planos e sonhos, que não estavam descritos em uma lista, mas preenchiam meu coração com esperança.
Como eu poderia adivinhar, não é mesmo? Que 2018 seria um ano tão conturbado em vários aspectos da minha vida, com a família, amigos, trabalho...
Teve dias em que era difícil até mesmo respirar. Momentos em que eu olhava para o céu e questionava:
- Será que eu vou aguentar?
- Será que eu vou sobreviver?
Um pontinha de esperança de que aquele momento de tribulação por mais doloroso que fosse iria passar, nunca deixou de existir dentro de mim.
Eu precisava ser forte, eu precisava encarar tudo aquilo, pois só assim eu alcançaria meus objetivos.
Muitas manhãs eu engolia o choro. Era necessário! Vestia minha máscara de "sim, eu estou bem" e ia enfrentar o mundo.
Muitas noites eu deixava as lágrimas caírem, porque eu não podia mais suportar a dor e era um meio mais fácil de aliviar tudo aquilo.
Porém, mesmo não tendo sido um dos melhores anos da minha vida, 2018 não foi de todo ruim.
2018 me trouxe pessoas novas, que cuidaram e ainda cuidam de mim com todo o amor possível.
2018 foi o ano das decisões. O ano de pensar e repensar se aquelas eram as escolhas certas a serem feitas.
Dá medo enfrentar o desconhecido. Dá medo saber que os resultados esperados podem não se concretizar.
2018 foi um ano de muito aprendizado. Um ano de renovação.
Como era de se esperar, nada saiu como planejado. O destino se encarregou de arquitetar todas as ações.
E mesmo em meio a toda essa confusão, cá estou eu mais uma vez sem nem uma lista, mas cheia de sonhos a alcançar.
Obrigada 2018! Por tudo o que me ensinou.
Agora já estou contando os dias para a sua partida, mas antes que isso aconteça, ainda quero aproveitar cada minuto que resta e aprender um pouco mais contigo.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

A Prima Rica


Todos temos aquela prima que passa dos 30 e ainda não se casou. Sempre dedicada ao trabalho e aos estudos, ela segue seu caminho realizando sonhos sem ter muito tempo para construir família.
Algumas vezes, ela até é a "namoradeira" da família, e a cada novo relacionamento todos cruzam os dedos e pensam: agora vai! 
Mas então, por alguma razão desconhecida, ela aparece solteira outra vez e com planos de mudar de estado ou quem sabe até de país.
Ela sempre aguça a curiosidade de todos, é polêmica e intrigante, gosta de mexer com a mente dos que a rodeiam com postagens misteriosas nas redes sociais.
Às vezes ela até confessa que está na hora de "sossegar", que imagina os filhos correndo pela casa ou brincando no quintal com os primos. E quando menos esperam, lá vem ela com planos de fazer uma segunda graduação ou quem sabe um intercâmbio.
Ela é assim! Não porque ela não sabe o que quer, mas sim porque decidiu não sucumbir a pressão da sociedade. Por que mesmo que ela precisa casar? Por que ela não pode simplesmente realizar suas metas e depois dos 50 decidir adotar um casal de pequerruchos e amá-los com todo o seu coração.
Ela vai ser chamada de "a prima rica", aquela que mora no sul, e vive viajando. Outras vão chamá-la de louca, ou de encalhada, mas ela não vai se importar.
Ela fez suas escolhas e aprendeu a viver com elas. 
Não é porque ela não vai casar que ela não queira viver um amor. Ela é diferente, no modo de pensar e nas ações.
Ela escolheu viver, buscar seus sonhos, que não incluem o casamento como prioridade.
Ela será independente, majestosa.
E as outras primas vão ter que aprender a lidar com isso.




domingo, 1 de julho de 2018

Gnosis and life, Avantasia!

Sabe aquele momento que você pára e pensa:
- Que música me descreve? Que música é capaz de traduzir as minhas emoções?
Quando penso nessas perguntas, só me vem uma resposta a cabeça:
- Tem que ser alguma do Avantasia.
Confesso que comecei com esse vício ainda muito jovem, aos 14 anos, quando um amigo da escola me emprestou um CD que era um mix do The Metal Opera part I & II. Aquele momento mudou a minha vida de uma maneira inexplicável. Eu encontrei a minha paz, o meu lugar no mundo, a minha religião.
Roni, Bob, Eric, Tobi, Kiske, Amanda, Herbie and Jorn
Avantasia é meu ponto de equilíbrio, e olhar para essas pessoas me traz paz. Quando eu fecho os olhos ao ouvir uma canção do Avantasia, eu me sinto em casa. É como se simplesmente eu pudesse bloquear todos os problemas por um momento e ser completamente feliz.
E como não amar o nosso gnomo favorito?
Tobias Sammet é um gênio. Cria, escreve, produz e encanta com sua voz.
E as escolhas que ele faz para o intérprete de cada canção é o que nos faz amá-lo ainda mais.
Tobias Sammet and Jorn Lande - The Crow and Lucifer
Tobias nos fez descobrir que um Anjo Caído pode ser o nosso melhor companheiro. Lucifer, o atual personagem de Jorn Lande, a voz marcante que atormenta e guia o Crow para caminhos não tão seguros, é um dos meu favoritos.
E o que dizer de Bob Catley?
O "bom velhinho" que nos conquistou com seus trejeitos e sua voz suave.
Avantasia é um sonho realizado. O momento em que você finalmente pode ver todos os seus ídolos do Heavy Metal cantando juntos e percebem que eles são muito harmônicos e que soam perfeitos juntos.





terça-feira, 27 de março de 2018

Sobre ter um sonho e não desistir dele

Existe um ditado que diz:
"Nunca desista dos seus sonhos."
Outro ainda complementa:
"Tudo é possível aquele que crê."
Se você deseja muito algo não deixe que os obstáculos te façam desistir. Vá, tente, persista. E se no fim você não alcançar, ao menos você se dispôs a tentar.
Não é fácil superar expectativas, sejam elas suas ou daqueles ao seu redor.
Lembre-se que você é seu principal concorrente e seu maior desafio será sempre superar o seu medo, a sua vontade de não continuar.
O caminho para realizar um sonho é longo, tortuoso, entretanto quando chegamos lá no topo da montanha, toda a dor, todo o sofrimento se transforma em alegria. E você finalmente respira aliviado, pois o sabor da vitória é inigualável.

[02/03/2018]

domingo, 7 de janeiro de 2018

Acostume-me



Mudar nunca é fácil. "Abandonar" a família, os amigos, o seu lar para começar algo novo.
O medo é realmente assustador.
Você se pega pensando:
- Será que eu tenho coragem?
- Será que eu sou forte o suficiente?
- Será que eu dou conta?
- Será que isso é mesmo o que eu quero?
São tantos "serás", tantas possibilidades. A gente meio que entra em pânico. Mas isso deve ser normal, não é mesmo?
Quem não tem medo de encarar o novo?
Entretanto, quando você se sente sufocado, sem saída, mudar pode ser algo fantástico.
Um novo caminho, a luz no fim do túnel, talvez.
Então, para 2018, eu desejo mudança. Eu desejo que você, eu, nos acostumemos com ela.
Que a rotina não nos afogue, que a mesmice não nos impeça de ir além.
Voar é lindo!
Então eu desejo que o medo de altura não nos impeça de ver as estrelas de perto.
Deseje a mudança e se acostume com ela.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Coisas que aprendi com Ryan Atwood

Lá vamos nós outra vez, cá estou tentando influenciar vocês novamente.
Como não contar as coisas que aprendi assistindo The O.C.
Não é segredo para ninguém que essa é minha série de TV favorita desde a adolescência, e que quanto mais eu assisto (sim, eu sempre assisto The O.C., não consigo me cansar) mais eu aprendo com ela e com meu personagem favorito Ryan Atwood.
Como vocês bem sabem, Ryan tentou se encaixar no mundo dos ricos de Newport Beach, nem sempre foi fácil, mas com o tempo Ryan aprendeu que todos tem segredos obscuros e que a vida dos ricos de Orange County não era tão perfeita assim.
Então vamos juntos aos maiores ensinamentos que Ryan nos deixou!


1) Abrace as oportunidades


De onde eu venho, ter um sonho não te torna esperto.
Acostumado com sua realidade um tanto quanto cruel, Ryan demorou a aceitar as oportunidades que a vida em Orange County poderia lhe oferecer. Com dificuldade em confiar nos outros e sofrendo a rejeição inicial de Kristen, Ryan aprendeu que se ele quisesse, poderia mudar o curso do seu futuro.
Não foi um caminho fácil, nem sempre ele conseguiu se manter longe de encrencas, mas com o tempo ele finalmente se rendeu a tudo que os Cohen poderiam lhe oferecer: uma família de verdade, uma boa educação, um passaporte para a universidade, um lar... tudo aquilo que a sua própria família não foi capaz.
Ryan aprendeu a sonhar, a acreditar que uma realidade diferente da que ele sempre conheceu era possível, bastava ele estar disposto a tentar.

2) Amigos são nossa verdadeira família

Summer, Seth, Marissa e Ryan.

Começar uma vida nova, em uma cidade nova nunca é fácil, mas com o apoio dos amigos tudo fica melhor.
Ryan nos ensinou o sentido da amizade verdadeira, onde não importa o que aconteça sabemos que sempre podemos contar uns com os outros, nos piores e nos melhores momentos.
Ryan se tornou um irmão para Seth, e até mesmo para Marissa (seu grande amor), e para Summer.
Ryan estava sempre pronto para ir ao resgate dos amigos se eles precisassem, e se meteu em muita encrenca por isso.
Seu amor por Marissa, nunca o impediu de estar junto dela quando ela precisasse, mesmo quando não estavam mais namorando.
E quando ele mais precisou, Seth e Summer estavam junto dele.

3) Inimigos podem virar amigos

Acima: Luke Ward e Ryan. Abaixo: Johnny Harper, Ryan, Marissa and Seth.
O primeiro inimigo a gente nunca esquece.
Em sua primeira noite em Newport, Ryan já começou a criar desavenças, e em todo o tempo em que viveu lá, elas não foram poucas.
O primeiro arque inimigo de Ryan foi Luke Ward, o namorado de Marissa. Surfista e jogador de water polo, Luke fazia de tudo para infernizar a vida de Ryan. Mas não foi assim até o final, com o passar do tempo os dois descobriram que tinham mais em comum do que imaginavam e graças a excelente discrição de Ryan (que estava junto com Luke quando ele descobriu a homossexualidade do pai), eles se tornaram amigos.
Ryan sempre foi super protetor em  relação a Marissa e isso lhe rendeu alguns inimigos.
Johnny Harper foi um deles. Com a ida de Marissa para o Newport Union, Ryan se viu um pouco perdido em relação a amizade de Marissa e Johnny.
Contudo, mais uma vez ele foi surpreendido pela coincidências que a vida pode ter, e se viu começando uma amizade com Johnny, afinal ele não era tão diferente assim do próprio Ryan.

4) Controle os impulsos para a violência

Como disse anteriormente, a vida em OC nunca foi fácil para Ryan. Com tantos inimigos ele teve que aprender a usar a cabeça e não os punhos. 
Para se manter longe de encrencas Ryan teve engolir muitos sapos, e mesmo que o gosto não fosse tão bom, ele compreendeu que nem sempre partir para a briga era a melhor solução.
Uma boa conversa às vezes já é o bastante para resolver as coisas.
PS: Tenha um saco de pancadas. Ajuda muito quando se quer bater em algo.

5) Deixe o passado no passado

Jess (ex-namorada do Trey) e Ryan



Não é segredo para ninguém que Ryan nunca teve uma boa relação com sua família, principalmente sua mãe Dawn e seu irmão Trey.
Para viver bem em OC, Ryan teve que deixar de lado o passado. Ele só conseguiu mudar sua personalidade e seu caráter, quando deixou antigos hábitos e velhas lembranças para trás.
Ryan nos ensinou que o passado serve para dizer de onde viemos, mas não deve nunca ditar para onde vamos. Que é sempre possível recomeçar, não importa o quão difícil possa parecer.

6) Se não tiver jeito "desça a porrada"


"Voce sabe o que eu gosto em riquinhos?" "Nada!"
Esse negócio de ser zen o tempo todo, nem sempre dá certo. Às vezes só o que a gente precisa é dar umas boas porradas em alguém para aliviar a tensão. Se for o nosso pior inimigo então, melhor ainda.

7) "Não insulte o Journey"


"Não insulte o Journey. Ok?"
Uma das melhores coisas que aprendemos com Ryan foi amar o Journey. Ryan nos ensinou que o Journey pode ser trilha sonora para tudo: namoro, sessão de estudo, trânsito pesado, viagem de férias e até mesmo festa de aniversário.
Então como o próprio Ryan disse: "Não insulte o Journey. Ok?"

8) "Over the Top" é um clássico de Natal

Uma coisa que não só o Ryan, mas os Cohen nos ensinaram que é que no Chrismukkah podemos tudo. "Oito dias de presentes, seguidos de um dia de muitos, muitos presentes." E ainda mais, é um tempo onde se assiste todos os clássicos de natal incluindo Over The Top.

E por fim...

9) Leva tempo recuperar-se de um grande amor, mas não é impossível!

Ryan: Obrigado, Taylor. Você me salvou. Taylor: Oh, bem, você pode ter me ajudado com alguns dos meus problemas também. Ryan: Ok. Vem aqui.

Não foi fácil acompanhar o sofrimento de Ryan após a partida de Marissa.
Ele se afastou da família, dos amigos e só o que lhe importava era sua vingança contra Volchok.
Porém a vida ensinou a Ryan mais uma vez que se ele abraçasse as oportunidades, ele poderia ser novamente feliz.
É claro que isso não aconteceu da noite para o dia, mas aos poucos Ryan descobriu em Taylor alguém para a amar.
Sua relação com a família e com os amigos voltou a ser como era e ele até mesmo fez as pazes com seu pai biológico.


E para saber mais, é claro que vocês vão ter que assistir The OC.
Corre lá no Netflix e aproveita que as 4 temporadas estão disponíveis e faça logo uma maratona.







quarta-feira, 24 de agosto de 2016

O Mundo Azul de Jully III


De que adianta acreditar na bondade das pessoas?

Eu sempre fui aquele tipo de pessoa que vê um lado bom em tudo. Daquelas que acredita que para cada problema do mundo há uma solução e que ainda podemos concertá-lo.
Acho que as fantasias que criei na minha "Bolha Azul" acabaram me cegando para certas coisas. Mas é tão bom viver aqui, é tão fácil acreditar que todas as pessoas que dizem ser sinceras o são de fato.
O mundo já tem tantas catástrofes, tantas tragédias, que é mesmo difícil para mim acreditar que as pessoas também causam tantos desastres. Alias, é difícil aceitar que a principal causa desses desastres são as pessoas e suas personalidades.
Ser apunhalado por quem menos esperamos dói muito, magoa, abre feridas.
Já é tão difícil ter que lidar com a violência, as doenças e tantos outros males que nos rodeiam. Ter que lidar com a personalidade podre de algumas pessoas é ainda pior.
Pelo menos aqui na "Bolha Azul", eu posso inventar a minha própria felicidade.
É pena não poder viver aqui, é pena existir essa outra bolha chamada realidade.
A realidade é cruel, e inúmeras vezes pesada demais para que eu possa aguentar.
Eu não quero viver num mundo assim. Eu não posso, eu não sei lidar.
Queria poder exterminar todas essas pessoas podres da face da Terra. O mundo não precisa de vocês!
Mas enquanto eu não puder assim fazer, me recolho então para o meu Mundo Azul.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Meu ponto de vista

Sabe, daí de cima do muro, deve ser muito difícil pra você se decidir. Tanta coisa a considerar.
Encima do muro você pode sentir a brisa, refletir, repensar.
Mas aqui embaixo não é de todo ruim. Aqui embaixo você também pode viver momentos inesquecíveis.
Mas, pra quê descer? Não é mesmo?
Se a tola aqui sempre dá um jeito de subir e te encontrar.
E mesmo morrendo de medo de cair, eu vou aos tropeços pro seu abraço.
É muito cômodo pra você ficar encima do muro, enquanto eu sempre volto pra casa toda ralada e achando que desta vez te convenci a descer.
É muito fácil pra você continuar aí, quando sempre te entrego tudo de bandeja.
Mas estou cansada de me machucar a cada vez que subo.
Esse muro é alto e perigoso.
Eu tenho medo de acabar me "quebrando" de verdade.
Estou decidida a não mais subir, não está valendo a pena me arriscar tanto.
Eu mal acostumei você!
Foi um erro gravíssimo, eu sei!
E não pense que fiz isso pra te agradar.
Na verdade, foi um capricho.
Eu tenho um lado que adora se aventurar, mas sempre paga um preço muito caro por isso.
Então eu acho melhor eu continuar aqui à sombra do carvalho, curtindo a vista do lago.
Fique a vontade para descer sempre que quiser, mas não espere que eu vá subir esse muro atrás de ti outra vez.
Se quiser me ver, sabe onde procurar.



domingo, 17 de janeiro de 2016

O sonho de toda menina é casar!


É assim que funciona:
você nasce menina, e já nasce prometida a alguém, a algum filho de alguma amiga da sua mãe.
Você vai crescendo, começa a estudar. Faz vários amigos, meninos e meninas. E tem sempre aquele amiguinho que pode ser o seu primeiro amor.
Sua mãe e a mãe dele descobrem e logo começa a pressão:
- Quando crescerem, eles vão se casar!
- Ai que lindinho!
Você chega a adolescência e arruma o primeiro namorado. Logo a família toda fica sabendo e começam os planos:
- Ah, aos 20 anos eles vão se casar! Assim que ela terminar a faculdade!
Daí você passa dos 20, termina a faculdade, tem emprego fixo, já namorou um, dois, três; não é mais uma menininha, já sabe o que quer vida.
Mas a pressão continua, afinal, o sonho de toda menina é casar.
Mas e se o meu sonho for diferente, sociedade?
E se o meu sonho for a liberdade? A felicidade de ser independente? De ter minha própria casa? E cuidar de mim mesma?
Vai me excluir, sociedade?
O meu sonho de menina nunca foi casar. Meu sonho de menina sempre foi ser reconhecida pelo meu talento, pelas minhas qualidades.
Meu sonho de menina sempre foi ser dona de mim mesma.
Não critico quem sonhe em se casar, apenas penso que a sociedade poderia ser menos radical com quem sonha com satisfação pessoal e não depender de ninguém.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Vem aí 2016!



Vem aí 366 novas voltas.
366 oportunidades de fazer diferente, de reaprender, de recomeçar, de ser feliz.
366 chances de construir novas histórias, de trilhar novos caminhos, de realizar sonhos antigos ou vontades que acabaram de nascer.
366 dias para se redescobrir, se reinventar.
366 oportunidades de se amar um pouco mais para que o outro posso ver valor em te amar também.
366 chances de cair, de aprender com os próprios erros e ter forças para levantar a cabeça e tentar outra vez. Pois é errando que se acerta, não é mesmo?
366 dias para curtir a solidão. Sim, a solidão! É isso mesmo! Não a solidão que te deixa vazio, mas sim solidão que te ensina o autoconhecimento.
366 oportunidades de estar com as pessoas que ama. Reunir a família, rever os amigos, agregar mais pessoas ao seu círculo de amizades ou até mesmo remover aquelas que não te fazem bem.
366 chances de sorrir, de curtir um amanhecer ou um crepúsculo. De encher a cara e aprender com a ressaca que pegar leve também faz parte.
366 dias para se renovar, para amar, para odiar, para chorar e lavar a alma, para se emocionar ouvindo uma nova canção.
366 razões para fazer de 2016 um ano mágico. Não porque as datas mudaram, mais sim porque a sua atitude perante a vida mudou.
366 oportunidades de amadurecer, de crescer, de conquistar.
Vêm aí 2016.
E cada um de seus 366 dias, seja uma chance de torná-lo inesquecível.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

O amor me cai bem!

Se tem uma coisa que não dá pra disfarçar, é quando estou amando.
Eu fico azul, só pode!
Todo mundo é capaz de enxergar.
O meu é amor que como uma aurora boreal, multi-cor, extravagante.
É uma merda, confesso.
Ser tão transparente assim, me deixa vulnerável.
Eu que tenho plena certeza de ser capaz de esconder o que sinto, de não deixar escapar nada, tenho um coração tão fofoqueiro.
Que não se contém em amar só para si, mas que espalha esse amor por onde vai.
O meu amor transborda nos olhos, e basta me encarar com um pouco mais de cuidado para descifrar.
O amor deve mesmo que cair bem. As pessoas sempre comentam que é mais fácil me ter por perto quando o meu amor não se contém.
A minha paixão e o meu amor são assim, como nos poemas de Camões, um fogo de brilho incessante e que se enxerga de longe.



segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Don't fall in love with me 'cause I'm a heartbreaker!

Before this goes any further, I've gotta tell you:

- Don't fall in love with me!
I'm a criminal!
I'm gonna steal your heart and throw it in the trashcan.
'Cause that's what I do best!

So if you're thinking of conquering me, stop right there!
I'm a thief, I'm no good!



domingo, 9 de agosto de 2015

Coisas que aprendi com Dr. Spencer Reid

1. Timidez pode ser vencida



Durante as primeiras temporadas de Criminal Minds, Dr Spencer Reid era extremamente tímido, especialmente quando tinha que interagir com mulheres.
Por ser o membro mais jovem da BAU (Behavioral Analysis Unit/Unidade de Analise Comportamental), nem sempre recebia o reconhecimento merecido. Por isso ao invés de ser chamado de agente (SSA - Supervisory Special Agent), Spencer sempre foi apresentado como doutor, para que seus títulos criassem alguma especie de respeito e autoridade.
Ao longo do caminho, Spencer foi vencendo essa timidez e hoje ele fala por si mesmo sem que os outros precisem apresentá-lo.

2. Autoconfiança leva algum tempo para ser construída



A autoconfiança não se constrói da noite para o dia, mas uma vez construída dificilmente será abalada.
Um dos maiores medos do Dr. Reid é que a doença de sua mãe (esquizofrenia) acabe com aquilo que ele mais presa: sua sanidade mental, e consequentemente sua genialidade.
Durante as temporadas vemos que com o apoio da equipe, Spencer se torna confiante o suficiente para se sentir confortável carregando uma arma e até mesmo usar sua inteligência para seduzir as mulheres (mesmo que seja para solucionar um crime).

3. Inteligência é mesmo um charme


Vou confessar:
- Tenho vontade de bater no Spencer por ele ser tão genial, por saber tudo, por ter uma resposta para tudo, até mesmo para as perguntas não feitas.
Mas o fato dele saber tudo é mesmo um charme.
Spencer é aquele tipo de pessoa que seduz sem perceber.
E quem não gosta de conversar com alguém com um papo interessante, alguém capaz de conversar sobre tudo.

4. A leitura pode mesmo nos deixar mais inteligentes



É impossível descrever a quantidade de livros que o Spencer já leu, até porque ninguém consegue acompanhar o ritmo dele (Dr.Reid pode ler 20.000 palavras por minuto), mas o importante aqui é:
- Leitura é fonte de conhecimento.
Spencer nos prova que saber nunca é demais. Saber demais é crucial em determinadas situações.
E mesmo sendo um leitor super rápido, Spencer sempre nos mostrou o prazer que uma boa leitura pode proporcionar.





sexta-feira, 15 de maio de 2015

Sobre relacionamentos saudáveis... e espaço

Esses dias, parei pra pensar a forma como eu vejo os relacionamentos e o que penso ser saudável neles ou não.
Percebi que, segundo a minha concepção, relacionamentos saudáveis precisam de espaço.
Aí você vai se perguntar:
- Do que você tá falando, sua louca? Como assim espaço?
Repito pra que você entenda:
- Todo relacionamento saudável, precisa de espaço.
Eu sou o tipo de pessoa na qual o ditado "não julgue o livro pela capa" se aplica muito bem.
Tenho aquele jeito de adolescente apaixonada, que é super melosa e chiclete, e que tá sempre com aquele brilho de amor no olhar.
Pois bem, é tudo fachada.
Sou romântica sim, carinhosa e até consigo ser meiga quando quero. Porém, por dentro, eu sou racional, calculista e pé no chão, do tipo que não fica no pé dos outros e nem cobrando nada. As pessoas sempre se surpreendem com esse fato.
Mas voltemos a questão do espaço.
Para mim, confiança e respeito são a base de tudo e onde existem esses dois, tudo pode ser arranjado e dialogado.
Acredito que o espaço seja necessário e saudável na vida de um casal porque nem sempre fazer tudo junto ou ser grudado demais é benéfico na vida a dois.
É importante não esquecer os amigos e sair com eles. Por que não?
E quando falo de sair com os amigos, não falo de encontro de casais e sim de você com suas bests e ele com os brothers dele.
Odeio esses casais que começam a namorar e esquecem que existe vida para além disso e só saem com outros casais.
E os velhos amigos? A amizade acaba só porque eles não estão em um relacionamento também?
Ter espaço e liberdade para sair com os amigos é fundamental.
Lembrando que ninguém aqui está falando de vale night. E sim de estar com pessoas que fazem parte da sua vida e não deveriam deixar de fazer só porque agora você namora.
Pense nisso e vá ver suas amigas, e não seja egoísta quando ele pedir pra ir tomar aquela cerveja com os brothers.
Dê um voto de confiança a si mesma e perceba que ele vai voltar inteirinho pra casa e morto de saudades da princesinha.

sexta-feira, 27 de março de 2015

A essência de ser eu!

- Um turbilhão de emoções.
- Instabilidade emocional constante.
- Confusão.
- Indecisão.
- Incerteza.
- Medo, muito medo.
- Insegurança.
- Ilusão.
- Baixa estima, com dias de "eu me sinto gostosa hoje".
- Sonhos.
- Expectativas.
- Planos.
- Confiança na bondade das pessoas.
- Pensamento positivo.
- Esperança.
- Otimismo.
- Amor.
- Paixão.
- Desejo.
- Entrega.
- Vontade.
- Carisma.
- Empatia.
- Simpatia.
- Fé.
- Mistério.
- Silêncio.
- Reserva.
- ...

Será que você está pronto para lidar com a essência de ser como sou?

sábado, 24 de janeiro de 2015

Promises, promises, promises!

As pessoas geralmente me perguntam porque eu digo que não gosto de promessas. A resposta é muito simples:
- Nunca cumprem o que prometem.
Já ouvi tantas pessoas dizendo eu prometo que vou fazer isso, eu prometo que vai ser diferente e no fim das contas, nada muda.
Promessas são a maior balela que já ouvi na vida.

[Março, 2014]